quarta-feira, 6 de julho de 2011

Teorias inconsistentes; Concentração nos pormenores; Ataque às intenções

Estive a ler os comentários que os estimados leitores fazem aos meus posts e agradeço a todos.
Mas vou concentrar-me nos negativos porque, penso, a sua análise vai melhorar a capacidade de o estimado leitor compreender a argumentação política. Verá que estas técnicas são utilizadas todos os dias.
A força, a inteligência e a piroca, uns têm-na grande, outros não. Quem a tem pequena tem que disfarçar com técnicas.

Fig. 2- Einstein tinha-a grande, muito grande.

A força.  Uma pessoa fraca nunca pode vencer um forte usando força bruta. O objectivo das artes marciais é dotar o fraco de conhecimento que lhe permita vencer o forte. Estuda-se a mecânica do corpo humano e concentra-se a nossa pouca força nos ponto masi débeis, evitando assim que o adversário possa usar a força bruta.

Fig. 2 - Sankaku jime: um estrangulamento com as pernas que são mais fortes que o pescoço

A inteligência:  a argumentação também é uma luta. Por uma lado existe a inteligência bruta e, por outro lado, existem as técnicas de retórica. Nunca uma pessoas burra consegue vencer uma inteligente  argumentando logicamente. Então, tem que usar técnicas de destruição dos argumentos. O inteligente vai gaguejar de surpresa e, antes que possa ripostar, os ouvintes pouco inteligentes já ficaram convencidos de que o burro é que sabe.

Primeira técnica: Inconsistencia.
Vejamos esta técnica conhecida desde a antiguidade como os paradoxos de Zenão.

 - Óh Costa, agente Costa, se viu o meliante roubar a velhinha, porque é que não encetou, nomeadamente, a perseguição ao meliante para mais que ele era manco?
- Chefe, não dava, eu nunca o apanhava. Eu corro 4m/s e o meliante corria 2m/s. Como ele estava a 10 metros de mim, se eu encetasse a perseguição, quando chegasse ao lugar em que ele estava, o meliante já tinha vazado.
 - Óh Costa, agente Costa, mas já só estava a 5 metros. Continuava, nomeadamente, a perseguição.
- Chefe, não dava, chefe. Se eu continuasse, está bem que eram só 5 metros, mas quando eu lá chegasse, ele já estava ao fresco.
- Óh Costa, se o Costa o perseguisse durante 5 segundos, apanhava-o: 5 vezes 4 dá 20 metros e 10 mais 5 vezes 2 dá 20 metros. Só precisava de correr, nomeadamente, 20 metros Costa.
- Ai Costa, Costa, a vida Costa.

Podem pensar que isto é evidentemente dos Malucos do Riso mas é uma técnica de retórica muito usada.
Há professores catedráticos de Economia, por exemplo, o Louçã, que usam esta argumentação repetidamente e há muita gente que acredita (ou quer acreditar). Vejamos a argumentação:
1. As políticas de redução da despesa pública ou aumento dos impostos são restritivas pelo que levam a uma diminuição do PIB.
2. A diminuição do PIB faz aumentar o desemprego (e o subsídio de desemprego pago) e reduzir a coleta de impostos. Estes movimentos fazem aumentar o défice.
3. Então, a solução para cortar no défice é aumentar a despeza e diminuir os impostos.
Brilhante.
Conseguiu destruir qualquer possibilidade da inteligencia entrar aqui: quanto mais se gastar, mais se poupa.
A pessoa fica gaga.
Milhares acreditam nisto. Vejam o manifesto dos ex-governantes, felizmente exs.

Fig. 3 - Isto tem toda a lógica e, para mais, vindo de um lente de economia ...

Não falam é em números: se o défice é 10pp, cortar 10pp faz o defice caminhar para 2pp. E, cortando mais 2pp faz o défice caminhar para 0.4pp, ... Então, se se cortar 12.5pp, o défice fica a zero.
Os paradoxos de Zenão demoraram milhares de anos a desvendar, mas já se sabe que são falsidades.
Mas há muitas, muitas. Dava para fazer Malucos do Riso durante milhares de anos.
Vejamos outra.
1. Os comboios não podem acabar porque dão emprego a milhares de pessoas.
2. Como temos que combater o desemprego, ainda tem que se aumentar o número de linhas.
3. a solução é pegamos nos 700 mil que estão desempregados, meter metade na CP e outra metade na Refer. Seremos um dos 3 países do mundo onde a taxa de desemprego é zero. Os outros dois são Cuba e a Coreia do Norte.
Uma dos alunos cábulas.
1. Quem mais sabe, mais esquece.
2. Quem mais estuda, mais sabe.
3. Quem mais estuda, mais esquece.
Conclusão: deve-se evitar estudar.

Fig. 4 - A escrita foi a maior invenção da humanidade. Porquê proibir o seu uso?

Segunda técnica: Concentração nos pormenores.
- Eu, Galileu, posso provar que a Terra anda à volta do Sol. Blá, blá, tlá, tlá ( ... umas 300 páginas depois), e assim fica a prova feita.
- Terra à volta do Sol? Mas está a falar de quê? Da D. Josefa da Silva Terra, da Terra onde cresscem as hortaliças ... ? Como pode a horaliça andar à volta do Sol?
E esse Sol que fala faz parte do Inferno ou do Céu? Diga-me em que página da Biblia diz isso.
- (Galileu) Mas não é disso que eu estou a falar.
-Ora o sr. Galileu, não diz porque não sabe o que está a dizer. Você não sabe nada, é um ignorante.
- Senhor secretário, escreva a decisão: Fogueira com ele. É menos um burro que anda a pastar.

Houve um comentador, que agradeço pois serve de exemplo ilustrativo, que disse, sobre a famosa conta do défice (eram 6.8%, desceu 89% e ficou em 7.7%) que havia várias ópticas para o défice: a óptica do Tiririca e a óptica do Tiriráca. E que nada do que eu disse fazia sentido porque eu não conhecia as duas ópticas. Como disse outro comentador (que não eu, obrigado), nós sabemos que há muitas maneiras de ver a realidade. Uma é a óptica verdadeira e depois, há milhares de falsas. Destas, a mais famosa é a óptica do Alberto João: o défice é o número que eu, no fim do ano, decidir.
É como as contas do Vale e Azevedo: o Benfica ainda lhe deve milhões.


Fig. 5 - Huuuuu, falta-lhe um pêlo púbico. Nada do que o Catroga disse pode ser verdade.

Eu uso esta técnica repetidas vezes.
Numa aula um rapazito enervou-se e disparou:
- O Sr. professor não sabe nada. Estas aulas são uma perda de tempo. Levanto-me eu cedo e pago propinas para isto. É uma pouca vergonha.
Vejam a minha resposta.
- Mestre. Não é professor mas sim mestre. Eu sou mestre. Engenheiro doutor mestre. Tens que ter rigor na linguagem. Um dia tens que fazer uma apresentação no teu emprego e arrancas com uma asneirada destas e o que vão pensar as outras pessoas? Este fulano é um incompetente. Assim não vais a lado nenhum. És logo despedido. E está meio nervoso, tens que treinar mais as apresentações orais. Estás fracote pá ...
Ele gaguejou um bocado e tentou recomeçar
- Ai mas, engenheiro doutor mestre? o que é isso? mas não é professor? Óra eu vi ... 
Ai dei a estocada final.
- Agora já estás a prejudicar os teus colegas. Eu, por mim, estava aqui a aula a ouvir-te porque ganho o meu à hora.  Mas os teus colegas querem aprender e tu não podes estar sempre a interromper a aula com asneiradas. Vamos lá continuar a aula. 
Safei-me bem, não acham?
Terceira técnica: Ataque às intenções.
- O sr. Galileu é um tachista que quer viver à custa dos fascistas de Veneza. Quer é destruir o Estado Social, atacar os direitos adquiridos. Quer favorecer o grande capital, os mercados, as agências de rating, o povo de pirilau pequeno.
- Começa agora com a lenga lenga de que a Terra anda à volta do Sol para nos anestesiar e depois, pumba, é tudo relativo. Isto só pode levar à teoria da relatividade geral de Einstein.
- Não é trabalhador, é funcionário. Não é despedimento, é dissolução do contrato de trabalho. Não é diminuição o salário,  é ajustamento à produtividade. Não é a falência das empresas públicas, é a reestruturação. Não é a morte, é bater as botas, é ir ter com o pai. Vai acabar por energia e massa serem a mesma coisa: E =MC2.
- O sr. Galileu é o maior inimigo do Estado Social que já apareceu desde o 25 de Abril de 1274.
- Senhor secretário, escreva a decisão: Fogueira com ele. É menos um neo-liberal que anda a tentar destruir o Estado Social.

Terminando: as agências de Rating.
Não faz qualquer sentido Portugal ter caído para Lixo. Observando a maioria das ópticas de ver a realidade portuguesa, não há razão nenhuma para nos classificar como lixo.
Dizem que não devemos ligar mas não falam noutra coisa.
ALTO QUE OS RATINGUISTAS ANDAM A LER ESTE BLOG.
Ao verem tanta asneirada aqui escrita, só podem concluir que Portugal é lixo.
Isto tem que ser encerrado pelo Banco de Portugal porque está a prejudicar milhões de pessoas no mundo.


 Fig. 6 - O burro não gostava de palha, comprei-lhe estes óculos verdes. Não percebo: continua sem comer.

Vou fazer uma agência de rating só nossa. Vá lá, nossa e dos PALOPs. Com aquele dos 89% de redução do défice como director e o Alberto João como analista principal e o Vale e Azevedo como assessor jurídico. Agora é que vamos voltar a ser AAA.

Estados fritos pois falam, falam, falam e não fazem nada.

Pedro Cosme Costa Vieira

5 comentários:

Anónimo disse...

Deixe-me dizer-lhe em 1º lugar que muito me orgulha ter escrito sobre o meu comentário e mais ainda por ter feito pouco dele.

É engraçado que sendo professor de Engenharia (ciência que se toma por exacta) não aplique essa mesma exactidão, que estou certo que exige aos seus alunos e quiçá a si próprio, aos seus comentários que tão bem nos diverte.

É bem sabido que não se sabe (ai Sócrates!) quem veio primeiro, o ovo ou a galinha. Neste caso seria o copo meio cheio ou meio vazio. Acontece que, pelos vistos apenas por má fé, a questão não se prendia se estava meio cheio ou meio vazio mas sim se o copo era mais largo ou mais estreito.

Assim sendo, o meu caro insiste em afirmar que o que lhe interessa é a semântica do que foi dito e não em que contexto é que o mesmo aconteceu.

O meu copo não está a meio (cheio ou vazio, LOL) mas o seu está. E porquê? Porque o meu copo é mais largo, logo para a mesma quantidade de agua, ela irá ocupar uma área diferente (mais largo logo com um nível menor) ou no seu copo (mais estreito logo com um nível maior).
O pior é que o Mestre de Engenharia compara o nível da agua dos dois copos, dizendo que o seu está pior porque está a meio e o meu melhor porque está abaixo de meio. Esquece-se que apesar de a água ser a mesma as condições são diferentes, logo a análise dos números têm que ser diferentes. No caso de querer fazer uma análise séria terá que excluir dela o copo e cingir-se à quantidade de água que ambos contêm, o que manifestamente não fez. Aliás basta recordar que as regras de contabilização do défice mudaram, digamos que a meio deste jogo, o que inviabiliza uma análise comparativa temporal, salvo se tiver isso em conta o que manifestamente também não aconteceu.

Para finalizar, resta-me solicitar ao Mestre Engenheiro que, e nas suas palavras,se existem duas maneiras de dizer o mesmo, pergunto-lhe porquê então escolhe a pior? Por masoquismo? Por má fé? Por agenda? Porquê (Já tou como o Mourinho, LOL).


Obrigado por tudo e já agora continue a escrever com essas fotos ilustradoras bem "giras" e "sexy" que dão um toque sui generis à coisa, salvo seja.

Carlos Manuel Pinto disse...

O comentarista anónimo (como deve ser confortável e infantil escondermo-nos como snipers e disparar!) diz que o comentarista é professor de Engenharia! Ele, de facto, tem uma licenciatura em Engenharia, mas é Mestre e Doutor em Economia. Não o conheço, mas basta uma pesquisa pouco preguiçosa na Internet e os principais dados do seu CV estão lá. Se se dá ao trabalho de fazer comentários de baixo nível e escondido atrás do anonimato, também terá energia para se esforçar um pouco mais e não dizer tanto disparate. Ele dá o nome e explica-se nos posts. O caro anónimo não diz quem é, o que faz na vida (trabalha? em quê? vá não tenha medo!)e ao que vem. Um voyeur cobarde? Mais um? Que trizteza!

Anónimo disse...

Caro Manuel Pinto,

Ser ou não ser comentarista anónimo é algum que só a mim deve interessar, desde que não ofenda ou invada o espaço alheio, coisa que por sinal o não anónimo Manuel Pinto fez. Isto leva-me a pensar que o anonimato pode ser causador de boa educação, e que o facto de sermos anónimos dá-nos algo que lhe escapou na altura de escrever esse seu comentário.

Peço desculpa ao autor do blogue pela minha imprecisão mas também não era caso para tanto, meu caro Carlos Pinto. Ou será que para além de não ter as qualidades inatas de um anónimo também gosta que lhe tratem com as formalidades inerentes ao estatuto académico (coisa linda e VELHA).

De resto, não acrescenta nada nem rebate o quer que seja. Por ignorância ou por preguiça? Vejo que gosta de pesquisar na net mas antes tivesse essa vontade toda para tentar perceber o que escrevi e o porquê e já seria mais útil. Não diverte tanto mas acrescenta um pouco, e como estamos a precisar de disso meu caro.

Mas até vou levantar um pouco o véu, na esperança que o meu caro também o faça comentando a substancia e não a forma do meu comentário: Sou igualmente um académico em economia e trabalhei durante alguns anos da Direcção-Geral do Orçamento. Trabalho ainda no Ministério das Finanças mas integrado numa outra estrutura.

Caro Carlos Pinto, o teclado está à sua frente. Dispare sem medos. E vai ver que se vai sentir melhor se em vez de tentar ferir tentar instruir.

Carlos Manuel Pinto disse...

Bravo! É da infância, e também da adolescência mais problemática, responder a críticas directas (justas ou injustas) repetindo exactamente o mesmo que o interlocutor disse, invertendo contudo o alvo. Com que então este senhor está a dizer-me que se calhar sou preguiçoso e terei até medo de dizer ao que venho, quem sou e etc? Vamos lá a fazer copy+paste quase a 100% do que ele disse, sem me enganar... Acho que esta parte é ilustrativa da sua postura. E não, não interessa só a si se é anónimo ou não. Todos nós cometemos actos de que não nos orgulhamos. Não se sinta ferido em demasia. Há um velho ditado cuja simplicidade transmite bem o que eu quis dizer-lhe: "um homem que é homem mata a cobra e mostra pau", sem segundos sentidos e desculpe-me porque só quero que entenda a minha intenção ao comentar os seus comentários. Este é o meu último comentário...aos seus comentários, garanto-lhe. Acrescento só um elemento ao debate substantivo para o qual o meu caro me puxa com toda a galhardia:
1) A DGO apresenta dados em contabilidade pública e o INE em contabilidade nacional e, já agora, o IGCP em contabilidade pública;
2) Um dos problemas dos dados da DGO (que não é culpa da mesma) é não apresentar dados das autarquias, que como ambos sabemos são um cancro nas contas públicas, nomeadamente devido à desorçamentação;
3)Se as coisas fossem claras, não haveria empresas municipais que entram para a contabilidade nacional, válida aos olhos de Bruxelas, e outras que estão fora da mesma. Pode encontrar empresas do mesmo município que entram no défice e outras que não. Dirão muitos que esse facto tem a ver com o conceito de serviço mercantil ou não mercantil, tão caro ás Finanças. Tretas. Deviam estar todas no perímetro do défice, o mesmo se passando com as empresas que ainda são do Estado central;
4)As nossas duas regiões autónomas são um caso quase único no Mundo: ficam com todas as receitas fiscais que cobram. Violam um princípio caro à disciplina das Finanças, como o meu caro sabe.
5) Parabéns ao FMI que, em documento recente, veio exigir ás autarquias portuguesas a apresentação mensal de contas. A ver vamos.

E aqui estão algumas sugestões para debate e escrita.

Meu caro anónimo do Ministério das Finanças, sabendo agora onde trabalha percebo melhor as suas cautelas em relação à identidade. Bastava tê-lo dito logo de início. Experimente fazer comentários menos agressivos, neste ou noutro blog. Quem sabe, sabe. Não precisa de fazer ataques como o meu caro fez noutros posts. Ao ser cordato, arrisca-se não só a ensinar e sugerir como a aprender alguma coisa.

Au revoir.

Anónimo disse...

Caro Manuel Pinto,

Do que escreve, em nada retira a minha crítica a parte do texto publicado no blogue. Repito: em nada retira a minha critica.

O que o meu caro Manuel Pinto insurge-se é quanto ao método de calculo mas não é sobre isso que o meu texto se refere. Ou melhor, é precisamente devido a esse facto que faço a critica de que o autor do blogue não deve fazer comparações nominais sobre coisas diferentes. No ponto 2, do seu texto, refere que não é por culpa da DGO em apresentar os dados que apresenta mas sim das leis e/ou falta delas.

Assim sendo, o autor do blog ao comparar a afirmação de que a redução do défice, afirmado pelo Governo de então, publicado pela DGO seria não menor mas maior do que o publicado pelo INE, incorre pois num vicio de calculo. Ao querer comparar realidades distintas, como e bem afirma, está a ser intelectualmente desonesto, e daí a minha critica.

Custa-me ler, ver e ouvir tanta trapalhada sobre assuntos que são sérios e como tal deveriam ser tratados com a dignidade que merecem.

Pois se estamos a falar de coisas que nos tocam a todos, penso eu que deveríamos ter um pouco mais de seriedade quando comentamos e/ou criticamos.

Nada do que me possa dizer irá alterar a percepção do que foi escrito. Deveria o autor assumir que escreveu algo que está errado, incerto ou que lhe faltou alguma precisão nas comparações que efectuou. Não é por ser Doutor Mestre Economista que a razão irá sempre assistir-lhe, como até temos tido a oportunidade de assistir face a esta crise mundial e ferocíssima que estamos a passar. O Exmo. Sr. Francisco Louçâ também é doutor em Economia e disso não lhe trás mais nas observações económicas que faz, antes pelo contrário (na minha e julgo que na maioria dos economistas, não diria do mundo porque na China devem ser aos milhões).

Perdoe-me mas não tenho esse dom dos provérbios para lhe encetar um, até porque acredito que essa forma de argumentar só revela falta de volume vocabulário, sem ofensa, mas posso lhe dizer que não partilho dessa opinião do anonimato. Acho que se for bem utilizada serve tanto como se desse o meu nome. Não vejo onde possa estar a vantagem e/ou desvantagem de qualquer uma das situações, desde que não se ultrapasse os limites da boa educação, o que me parece que o meu caro ainda não entendeu mas isso é um problema seu.

Engana-se quando afirma que acho que tem medo ou outra coisa qualquer. Parece-me que está a ver coisas a mais e a elevar o meu texto para onde ele não deverá ser levado. Não vejo sinceramente onde retirou essa ideia.

Quanto ao facto de perceber as minhas cautelas, fique saberndo que elas não se devem ao facto de trabalhar aqui ou ali mas sim porque quero, e tenho esse direito, à minha reserva e à minha intimidade. Mais nada.

Devolvo-lhe igualmente o seu último parágrafo, até porque pelo o que estou a ver, apenas eu comentei, é certo com uma critica, construtivamente logo de inicio e não necessitei de ser "empurrado" para tal.

É pena que não queira continuar a debater o que escreveu, teria muito gosto. Mas deve estar sem tempo ou sem paciência para mais. Provavelmente teria essa disponibilidade se não começasse como começou mas isso são as opções de cada um.

Um bem haja.

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