sábado, 17 de setembro de 2011

Electricidade: +30%.

Lembram-se do argumento de que o vento e a água são nossos, não custam nada?
Lembram-se do argumento de que os vira ventos iriam permitir a Portugal uma poupança de não sei quantos milhões em importações?
Lembram-se do Sócrates ir dizer à Assembleia Geral da ONU que "Portugalo is the countri of the aeróliques"?

Fig. 1 - Isto é um recurso renovável mas a brincadeira vai-te ficar cara. Quem paga o investimento nas boobies?

Ai meu Deus porque não avisaste o povo que estávamos a ser enganados?
As energias renováveis são um erro colossal que implica um encargo para os consumidores de energia eléctrica de 1350 milhões de euros por ano.
Em 2008 eu antecipei que avançar-se para as energias Renováveis em detrimento do Nuclear era uma opção que teria elevados sobrecustos para o país. Cheguei a ser entrevistado pelo JN e tive muita gente que me atacou. 
Os vira ventos eram o futuro. O ar e o vento eram de graça pelo que não era possível nada ficar mais barato que isso. O investimento ficava para calote, e o Povo acreditou, principalmente os intelectuais.
Agora vem a factura para pagar: é preciso aumentar o preço da electricidade em 30%.
como já toda a gente identificou, aumentando a electricidade 30%, as emrpesas ou vão à falência ou têm que reduzir nos custos do trabalho.
Então, vem ai mais uma redução do nível de vida induzida pelo aumento do preço da electricidade que as famílias pagam mais uma redução no seu rendimento.
É a parte sombria do keynesianismo: investir aumenta o emprego e o produto.

O Passos Coelho já veio dizer que não está a pensar na energia nuclear que, julgo, poderá ser a solução para o nosso problema energético. Mas estará o Passos Coelho a pensar em alguma coisa?
Penso que não.

Em Portugal está tudo condenado aos 30%.
A electricidade subir 30%;
Os impostos subir 30%;
As prestações dos créditos à habitação subir 30%;
A despesa das famílias em Saúde e Educação subir 30%;
Os salários descer 30%.

Está na hora de Portugal declarar a independência da Madeira.
Imagine que vai jantar com os seus amigos, conta a dividir por todos.
Chega a factura e começa a ler:
António, 11.2€; Manuela, 10.5€; Joaquim, 9.9€, Alberto João, 160€.
- É pá, como pode ser isto? - digo eu.
- Está aqui tudo claro, eu era magrinho e aproveitei para comer duas lagostas e beber duas garrafas de champanhe. Eu também pago a minha parte não sei porque vocêes não querem pagar a vossa. Olhem para o meu prato, estão aqui as castas de tudo, à vista de todos, eles não estão a por preço a mais. Eu precisava de defender as minhas células - diz o Alberto João.
-E quem defende as nossas carteiras? - digo eu.
Temos que falar sem tabus sobre vermo-nos livres da Madeira. Não dá para aguentar mais.
Mais vale ajudarmos Timor que dizem bem dos cubanos do cont'nente e sofrem muito.

Os empreiteiros e outros que fizeram as obras sabendo que não havia cabimento de verbas no orçamento para tal, têm que perder o dinheiro. Custe a quem custar.
Se o Passos Coelho entrar com a massa para a Madeira, vou-lhe fazer a maior guerra que me for possível.

Pedro Cosme Costa Vieira

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