sexta-feira, 4 de abril de 2014

A Venezuela optou pelo "caminho do crescimento"

A Venezuela tem levado à prática o que defendem os esquerdistas.

Se escutarmos bem o que defendem os nossos esquerdista, na Venezuela o Maduro está a levar à prática o que por aqui defendem. É o "outro caminho", "o camnho do crescimento", que vai substituir o "caminho da austeridade" do Passos Coelho.
É o slogan do "parem de escavar" e deitemo-nos à sombra da bananeira à espera que os alemães nos sustentem.

1 -> Aumentou os salários para "valores socialmente aceitáveis".
Esta política tem tradução literal para o nosso esquerdês. É a defesa da subida do salário mínimo, dos salários da função pública e da decida dos impostos sobre o trabalho (a TSU e o IRS). Também inclui a subida das pensões e dos subsídios sociais.
A lengalenga é que, subindo os salários e as pensões, haverá um reforço da procura interna que leva à expansão do emprego, da receita fiscal e do PIB. Como a dívida Pública é medida em termos do PIB então, gastando mais, a dívida Públia diminui.
Com essa ideia em mente, em 2011 o salário mínimo (e as pensões) da venenzuela subiu 25%, em 2012 mais 32,5% e em 2013 mais outros 59%.
O problema é que a realidade é totalmente às avessas desta lengalenga esquerdista pois o aumento dos salários apenas causa desemprego, inflação e aumento da despesa pública e da dívida (motivado pelo aumento dos salários público e das pensões).
Em 2012 a inflação venezuelana estava nos 20%/ano, em 2013 subiu para os 56%/ano e, actualmente, já está acima de 60%/ano.
Interessante é observar que o aumento dos salários foi mais que totalmente comido pelo aumento dos preços. Assim, apesar do anunciado pelo Maduro de que o nível de vida dos trabalhadores ia aumentar, diminuiu. 
Com a inflação, também veio o desequilíbrio das contas externas e a desvalorização da moeda.

Fig. 1 - Andia Segurio e el grupio dels 70 apanhiar el autobus del crescimiento


2 -> Congelou / baixou os preços e as taxas de juro para "valores justos"
Como os preços dispararam para cobrir o aumento no custos de produção e de importação, toca de acusar os "especuladores" de estarem a ganhar à custa da crise. Vai daí, obrigou os comerciantes a vender tudo com 50% de desconto (copiou do Pingo Doce).
Baixar os preços para valores socialmente aceitáveis traduz-se para o nosso esquerdês com o "acabar com as rendas excessivas da electricidade, da água e das telecomunicações" e "renegociar as PPPs". Também se traduz por "baixar os preços dos serviços públicos" (à custa de prejuízo das empresas públicas) e por "subsidiar os preços das empresas privadas essenciais" (por exemplo, dos transportes públicos e das ex-SCUTS).
Baixar os juros traduz-se para o nosso esquerdês por "renegociar prazos e juros da dívida pública", "proibir os despejos de quem não paga a prestação da casa" e pôr "o futuro banco de fomento e a CGD a financiar as nano-micro-medias empresas a taxas de juro iguais às alemãs".

E o que resultou da "politica de crescimento e de coesão social"?
A bancarrota do Estado venezuelano e a falta de produtos nos postos de venda (o racionamento).
Naturalmente, se o preço de venda é mais baixo que o preço de compra ou de produção, deixa rapidamente de haver produtos à venda.
Se o banco se financia a uma taxa de juro superior à taxa de juro a que pode emprestar dinheiro, o crédito acaba.
Se o Estado gasta mais do que recebe em impostos, primeiro, endivida-se e, depois, vai à bancarrota.


Fig. 2 - "Se soubesse como a iniciativa iria ser politizada, não teria assinado o 'Manifesto dos 70' a pedir a reestruturação da dívida pública." Fui colhido de surpresa. António Saraiva.

Veio, naturalmente, o empobrecimento. 
Em 1998, o nível de vida dos venezuelanos era de 615€/mês (medido pelo PIBpc, ppc) e, decorridos 5 anos, tinha caído para 475€/ano (Portugal está nos 1270€/ano). Afinal, o "caminho do crescimento" tão defendido pelo Seguro e Companhia e que foi implementado em 1999 na Venezuela apenas leva ao empobrecimento e à bancarrota (o Estado tem que pagar 12%/ano na dívida em Dólares Americanos, a 10 anos e 9,5%/ano a 2 anos).


Porque não falam os esquerdistas portugueses do empobrecimento da Venezuela?
Na Venezuela, o "caminho do crescimento" causou um empobrecimento de 23%.
Sobre Portugal, os esquerdistas falam que a contracção do PIB de 7% que ocorreu entre 2011 e 2013 "por causa da austeridade do Passos Coelho" é um enorme empobrecimento do país.
Mas então, não falam da Venezuela porquê?
Ser burro não é cometer erros mas cometê-los e nada aprender com eles.


Fig.3- Evolução do PIB per capita, paridade do poder de compra da Venezuela, USD (fonte Tradingeconomics)

Comparemos a esperança de vida.
Além do PIB per capita em paridade de poder de compra, um indicador muito importante da qualidade de vida das populações é a esperança média de vida à nascença.
Como o Pinochet, tomando o poder no Chile em 1973, implementou políticas "neoliberais" de austeridade altamente destrutivas da qualidade de vida das populações (dizem os esquerdistas), comparando a Venezuela com o Chile, o desempenho da esperança de vida deve ter melhorado na Venezuela e piorado no Chile.
Mas não. Em 1972 no Chile as pessoas viviam menos 2,6 anos que na Venezuela e, em 2011, no Chile as pessoas já duram mais 5 anos  e a diferença está cada vez maior (Ver, Fig. 4).
Em cada ano, os chilenos passaram a durar mais 2,3 meses que os venezuelanos.

Fig. 4 - Evolução da Esperança Média de Vida (Dados: Banco Mundial)

Vamos agora à nossa execução orçamental para 2013.
O défice público dado como uma percentagem do PIB é um número que agrega muita coisa segundo determinados critérios. O número de um ano per si não traduz uma verdade absoluta porque o número pode variar em função da metodologia utilizada mas, mantendo-se a metodologia (da EuroStat), observando os números ao longo do tempo já dobtemos uma indicação da evolução da saúde das contas públicas do nosso país.
É quase como a hipertensão que pode ter valores de referencia diferentes em pessoas diferentes mas que sabemos que, aumentando ao longo do tempo, é mau. 


O nosso problema é que somos intrujões.
Não são só os 70 caloteiros do manifesto, muitos dos quais já pertenceram a governos, os que pretendem enganar os nossos parceiros.
Genericamente, todos nós já fizemos juras de amor eterno sabendo que nunca as cumpriríamos.
Também os nossos governantes acordaram em 1992 que o nosso défice público seria, no máximo, de 3% do PIB e o melhor que conseguiram (conseguimos pois fomos nós que os metemos lá), e com muita marretada nas contas, foi um défice de 3,1% do PIB (ver, Fig. 4).
Invariavelmente, se um ano nos aproximamos dos 3%, logo a seguir resvalamos para depois os governantes dizerem que "conseguimos diminuir o défice". Tudo marretadas nas contas pois o que interessa é que a média esteve sempre acima dos 4%.


Fig. 4 - Défice público português (dados: EuroStat)

Terá o resultado de 2013 sido bom?
O défice ficou nos 4,9% do PIB, acima da média dos últimos 20 anos e muito acima da meta final de 0,5% do PIB.
E se pensarmos que o Sócrates prometeu no PEC4 para 2013 uns 2% sem austeridade, 4,9% parecem tremossos.
Mas todos sabemos que o PEC 4 eram só balelas e também sabemos que a Espanha fechou 2013 com um défice de 7,3% do PIB e a Irlanda com 7,5%. REcordo também que, há uns meses atrás, ninguém imaginava possível que o défice acabasse abaixo dos 5% do PIB. Não há nenhum comentador que tenha afirmado, em meados de 2013, que fosse possível acabar o ano nos 5,5% do PIB quanto mais abaixo dos 5%.
Claro que houve medidas adicionais não repetíveis mas é o que tem acontecido todos os anos pelo que, comparando com 2009 e 2010 onde o défice foi de 10% do PIB, já fizemos um bom caminho, metade, e em condições muito difíceis, em que houve uma correcção das contas externas em mais de 10% do PIB e aconteceu um garrote no crédito (e, consequentemente, no investimento).
Então, não podemos dizer que o nosso número esteja mau.

E as taxas de juro estão em minimos históricos.
Como sempre disse o Passos Coelho e o Gasparzinho, se fossemos capazes de cumprir um pouquinho mais que o acordado com a Troika, os credores iriam compreender que tinhamos vontade de pagar e, assim, as taxas de juro iriam diminuir significativamente.
Sim, eu sempre acreditei que fosse verdade mas nunca pensei (nem ninguém excepto talvez o Gasparzinho) que as taxas de juro atingissem tão rapidamente minimos históricos.
A 5 anos, que é um prazo muito razoável, as taxas de juro nunca estiveram tão baixas. Até Dezembro 2013, o melhor que pensei que fosse possível era que a taxa de juros (a 5 anos) ficasse nos 5%/ano.
Contra todas as expectativas, na noite do discurso de ano novo do Cavaco começaram a cair e já está nos 2,65%/ano  e com vontade de cair um pouco mais (Ver, Fig. 5).

Fig. 5 - Evolução das taxas de juro a 5 anos (Investing.com)

Até os Certificados de Tesouro Poupança Mais que pagam uma taxa de juro média líquida de IRS de 3,09%/ano já estão acima da taxa de 2,65%/ano a que o Estado se consegue, se quizer, financiar.
Por isso é que tanta gente tem metido as suas poupanças neste instrumento financeiro.

Fig. 6 - Venha connosco que nós estamos no bom caminho. 

Mas foram os portugueses que conseguiram os 4,9%
Este é o novo slogan dos esquerdistas.
Então quem havia de ser, os alemães?
Nós portugueses é que tinhamos problemas pelo que somos nós que temos que ser responsáveis pela sua resolução.
Como dizia o poeta "Atira-te ao Mar e diz que te empurraram" que logo vem o Tarzan para te salvar.

Fig. 7 - Só espero que o Seguro consiga uma vitoriazita nas europeias, o suficiente para segurar as cavalgaduras do PS (e do PSD, que também as tem em fartura). Dessa forma, continuemos a ouvir as suas divertidas burridades.

Pedro Cosme Costa Vieira

14 comentários:

Pedro Alexandre disse...

Mais um exelente post do Professor, se o povo português lê-se isto, todos davam razão a este Governo!!

Pedro Renner disse...

Caro professor Pedro Cosme,

Não entendi as afirmações relativas ao gráfico da Figura 3: O gráfico demonstra evolução do PIB per capita desde 2011, estando quase ao nível de 2009, quando atingiu o pico de uma enorme evolução relativo a 2004.

Não que aprecie o estilo sebastianista do Maduro...

Económico-Financeiro disse...

Estimado Pedro,
Entre 2004 e 2008, o petróleo aumentou de 60USD/b para 140USD/b.
Nesse período, o PIB venezuelano era 40% exportação de petróleo.
Então, o PIB deveria ter aumentado 50% (para 60%+40%*140/60) e aumentou 30% o que traduz que a economia fora o petróleo contraiu 30%.
pc

Gonçalo disse...

Amigo Pedro Alexandre

Eu li, sou português e continuo a não dar razão a este governo.

umquarentao disse...

Não tem nada a haver com o post... é um manifesto que eu tenho vindo a divulgar na internet.



Eu não sou o cassete-carvalhas... todavia, no entanto (pela 'n'-ésima mais uma vez)... vou continuar a insistir em reivindicar um DIREITO que considero importante:
- o Direito à Monoparentalidade em Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas.
.
.
.
- Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas apenas os machos mais fortes é que possuem filhos.
- No entanto, para conseguirem sobreviver, muitas sociedades tiveram necessidade de mobilizar/motivar os machos mais fracos no sentido de eles se interessarem/lutarem pela preservação da sua Identidade!... De facto, analisando o Tabú-Sexo (nas Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas) chegamos à conclusão de que o verdadeiro objectivo do Tabú-Sexo era proceder à integração social dos machos sexualmente mais fracos; Ver o blog «http://tabusexo.blogspot.com/».
.
Concluindo:
- Nas Sociedades Tradicionalmente Poligâmicas é natural que sejam apenas os machos mais fortes a terem filhos; no entanto, todavia, as Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas têm de assumir a sua História: não podem continuar a tratar os machos sexualmente mais fracos como sendo o caixote do lixo da sociedade!... Assim sendo, nestas sociedades, deve ser possibilitada a existência de barrigas de aluguer para que os machos (de boa saúde) rejeitados pelas fêmeas, possam ter filhos!
Mais:
- As sociedades economicamente/tecnologicamente mais evoluídas... são Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas... o que, por sua vez, ajuda a legitimar o seguinte: criar condições para que machos (de boa saúde) - que embora sejam considerados 'descartáveis' segundo critérios das sociedades tradicionalmente poligâmicas - também possam ter filhos... é uma adaptação (na luta pela sobrevivência) válida!
.
Nota:
Com o declínio do Tabú-Sexo (como seria de esperar) a percentagem de machos sem filhos aumentou imenso nas sociedades tradicionalmente monogâmicas.
Mais, por um lado, muitas mulheres vão à procura de machos de maior competência sexual, nomeadamente, machos oriundos de sociedades tradicionalmente Poligâmicas [nestas sociedades apenas os machos mais fortes é que possuem filhos, logo, seleccionam e apuram a qualidade dos machos]... e... por outro lado, muitos machos das sociedades tradicionalmente monogâmicas vão à procura de fêmeas Economicamente Fragilizadas [mais 'dóceis'] oriundas de outras sociedades... ora, todavia, no entanto, recusar este caminho... deve ser um legítimo Direito ao qual os machos devem ter acesso!
.
.
.
P.S.
O caminho a seguir para resolver o problema demográfico é... uma boa gestão dos recursos humanos... e não... a nacionalização da 'boa produção' demográfica daqueles (ex: islâmicos) que tratam as mulheres como uns 'úteros ambulantes'!!!
.
Existem muitos homens sem filhos ['por isto ou por aquilo' não agradam ás mulheres; adiante] que devidamente motivados/acompanhados... poderiam ser óptimos pais solteiros!!!
A ausência de tal motivação/acompanhamento não só é uma MÁ GESTÃO DOS RECURSOS HUMANOS da sociedade... como também, uma INJUSTIÇA HISTÓRICA que está grassando nas Sociedades Tradicionalmente Monogâmicas.
.
É errado estar a dizer «a Europa precisa de crianças, não de homossexuais»... isto é, ou seja... a Europa precisa de pessoas (homossexuais e heterossexuais) com disponibilidade para criar crianças!
É UMA MUDANÇA ESTRUTURAL HISTÓRICA DA SOCIEDADE: os homens poderão vir a ter filhos... sem repressão dos Direitos das mulheres; leia-se: o acesso a barrigas de aluguer.
.
Obs: Quando se fala em Direitos das crianças... há que ver o seguinte: muitas crianças (de boa saúde) hão-de querer ter a oportunidade de vir a ser pais... oportunidade essa que lhes é negada pela 'via normal'.



F.Rui.A.R.

vazelios disse...

O que o Pedro Alexandre decerto quis dizer foi "dar um BOCADINHO de razão a este governo".

Na minha opinião conseguiu fazer praticamente um milagre, mas infelizmente fe-lo sem fazer o que era essencial fazer, a reforma do estado!

Menos deputados, menos autarquias, menos institutos, menos fundações, menos mamões!

Vá lá que o peso do estado reduziu, mas não chega!

Mas concordo de que este governo tem levado demasiada pancada para o que merecia.

Podia era ter-se destacado de todos os outros, mas não o fez. Espero que o façam no segundo mandado, que acredito que ganhem. Resta saber se com maioria (coligados ou não)

Fernando Gonçalves disse...

kkk

Fernando Gonçalves disse...


É de barriga cheia que quem ganha vários salários mínimos que se pode defender a austeridade.Se quem ganhasse o salário mínimo abdicasse de ter filhos seria a melhor revolta de quem trabalha.Enquanto as pessoas comerem e calarem isto não vai lá.

BC disse...

Caro Professor,

Há umas semanas perguntei-lhe se o seu entusiasmo com Passos Coelho não seria exagerado? Na sequência deste post gostava que comentasse os anúncios eleitoralistas e keynesianos de aumentar o salário mínimo e fazer obra pública

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/transportes/detalhe/governo_reforca_numero_de_projectos_prioritarios_na_rodovia.html

É certo que isto é marketing eleitoralista (ainda que o nosso PM tenha dito recentemente que se estava a lixar para as eleições) e tenho sérias dúvidas que o aumento do SM se concretize

Contudo é a prova de que nada se aprendeu com esta crise, que as grandes forças nacionais não perderam poder, que o Estado não é para reduzir e que liberdade e concorrência não constarão do léxico nacional.

Portugal continuará a ser, por mais algumas décadas, um dos países mais pobres da UE.

Pedro Alexandre disse...

Vazelios, antes de mais também concordo com o senhor, acho que falta uma reforma do estado, mas também não ache que o problema de fundo seja algumas gorduras e poderes centralizados, mas de facto considero que muito está por fazer e que o Governo está a trabalhar nesse sentido para o OE 2015.

Fernando Gonçalves e Gonçalo, ninguém está aqui satisfeito com os indicadores do país, apenas acho que tendo em conta a situação econômica e financeira do país e tendo em conta o que o Professor escreve aqui, vai dando algumas lições de economia a alguns autênticos patetas da política nacional e arredores...

Cada um tem a sua opinião, eu não sei o que o Governo faz ou deixa de fazer, se é corrupto ou não, eu baseio-me em certos indicadores e vejo que o país está a melhorar.

Cada um tem a sua opinião, se você acredita no socialismo extremista que nos pôs neste buraco, continue, eu acredito na social democracia, e acredito que este Governo anda a tapar buracos de anteriores Governos, incluindo os do Cavaco.

Normalmente na política o futuro mostrará quem fez asneira, o problema é que eu acho que as maiores asneiras, infelizmente estamos nós a pagar do último Governo e pior Governo de sempre, mesmo é recordista em tudo o que fez, foi mal!

Pode continuar a apoiar esses sanguessugas, mas não diga que o Professor Cosme não o avisou...

Essa conversa que este Governo é contra o povo e a favor da banca, é vergonhoso, e aparece sempre nestas alturas vindas tiradas do baú do PS, a receita é sempre a mesma, o povo depois é que paga as festas desses autênticos incompetentes e tristes da nossa vida.

Eu não tenho nada contra o socialismo, apenas acho que tudo em exagero faz mal, e tudo o que fica fora de um certo equilíbrio acaba por desequilibrar... Aceito perfeitamente que o país tem muitos pobres e não percebe nem nunca vai perceber que o que empobrece o país é o facilíssimo do próprio sistema auto destrutivo socialista.

Para mim o PS, o BE e a CDU não passam de uma corja de palhaços que nada trarão de melhor ao país e nada tem a oferecer ao país se não, encherem alguns bolsos e autênticos espetáculos de nulidade econômica e destruição do coeficiente de inteligência do povo português!!!

Gonçalo disse...

"Eu não tenho nada contra o socialismo"...
"não passam de uma corja de palhaços"
Pois então...

"algumas lições de economia"
Sinceramente, como diria o Pedro, é tudo bullshit.

Será coincidência que o "pior governo de sempre" tenha sido ao mesmo tempo que o pior governo de sempre da Islândia, Grécia, Espanha, Irlanda? Talvez.




Económico-Financeiro disse...

Gonçalo,
Exactamente O pior governo de sempre foi o do Hitler e, por coincidencia, ao mesmo tempo do Staline, Mussolini, Franco, Salazar, ...
Coisa ruim anda aos pares.
Um abraço,
pc

Pedro Alexandre disse...

Gonçalo, a culpa é de todos e de ninguém, mas para isso é que existe a economia, e os dados são muito claros, não é certamente por causa da crise internacional, também foi por culpa das nossas ações internas.

Economia e finanças, foi coisa que esses senhores não usaram em proveito dos portugueses e do país, mas apenas para destruírem as finanças do estado e encheram os bolsos com dinheiro e votos, aproveitando-se da ignorância dos portugueses, e continuam na mesma!

Já agora, o que eu lhe disse é que não tenho nada contra o socialismo, porque é algo muito útil numa sociedade, tenho muita coisa contra a corja de palhaços e mamões que se aproveitam do " seu socialismo" que não é inocente pois aproveitam-se dos pobres para se fazerem passar por humildes e bondosos, quando não passam de uma cambada de fantasiosos e chupistas do estado e que nunca leram um livro de economia!!!

Gonçalo disse...

Caro Pedro Alexadre,

De que livros de economia fala? Quais se devem lêr?

Caro Pedro Cosme,

Está a falar de governos pós 1ª guerra mundial. Creio que os tempos são outros. Ou devemos ir mais atrás, e falar de Nero, Calígula, Gengis Kahn, Kublai Kahn? Ou só um pouco mais, e falar de Pol Pot, Pinochet, Mao?

Cumpts

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Best Hostgator Coupon Code