domingo, 16 de agosto de 2015

Costelas meio fritas na panela de pressão

Hoje fiz na minha panela de pressão um cozinhado rápido. 

A minha mãe está internada no hospital Santos Silva (em Vilar de Andorinho). Por já saber que hoje iria ter poucos comedores para o almoço e por ontem ter chegado já passava da 1h da madrugada da praia (sim, sim, apanhei chuva da miudinha), decidi deixar tudo para a última da hora. 
Fiz uns telefonemas (do telemóvel da minha mãe que agora está na minha mão) e. prevendo que iria ter 2 comensais, decidi fazer na panela de pressão 3 costeletas de porco que comprei em promoção no Intermarché há já umas semanas e que tinha na arca congeladora.
Peguei nas costeletas e descongelei-as apenas um pouco para as conseguir cortar em 6 metades. Sim, eu gosto de cozinhar a carne ainda congelada.

Comecei a cozinhar às 12h30m para estar pronto às 13h!
É que tenho estado a trabalhar no melhorar no conteúdo programático e no material de apoio da "minha" cadeira.
Metia a carne (ainda congelada) no fundo da panela e, por cima, meti,
    1) um bocadinho de massa de pimentão (em vez de sal) que, um frasco de 1 litro dá para 1 ano.
    2) um fio de azeite do mais barato que consegui
    3) um bocadinho de cebola em cima de cada costeleta
    4) alho em pó
    5) pimenta preta em pó
    6) folha de louro partida em bocadinhos
    7) um pouco de farinha de centeio para não deixar fugir os sabores

Fig. 1 - Aspecto das costeletas no fundo da panela de pressão.

Meti ainda cenouras.
Sobre isto tudo meti cenoura cortada em cubos pequenos porque dão sabor à carne, fazem bem à saúde e dão cor ao prato.

Sempre em fogo no mínimo.
Deixei fritar um pouco, uns 5 minutos sem mexer e, depois, fechei a panela de pressão.
No entretanto, fiz o estrugido para o arroz com a meia cebola que me sobrou.
O fogo estava tão fraquinho que apenas ao fim de 10 minutos é que a panela deu sinal pressão. Esperei 5 minutos e desliguei.

Às 13h estava tudo pronto.
No entretanto, a panela perdeu a pressão, o arroz cozeu e eu fiz uma salada de alface e tomate que a minha cunhada trouxe da aldeia.


Fig. 2 - Ficou impecável.

Será que aquilo é vinhaça?
Não, não gosto de vinhaça. É um sucedâneo de chá frio que eu faço juntando um pouco de cola (que compro a 0,41€ por garrafa de 2 litros) com água de nascente.
Procuro sempre beber pelo menos meio litro desta beberagem.

Afinal, só tive um comensal.
Como veio apenas o meu irmão mais novo, comemos duas costeletas, a salada que sobrou serviu para fazer uma sande para o lanche e, a terceira costeleta, comi-a ao jantar.

Perguntou-me a Valeriivna.
A Veleíivna é boa mas, nos longos e-mails que trocamos, veio à conversa que "mulher boa é a Raquel Jacob" (tratamo-nos com todo o respeito).

"Professor, ok, compra o mais barato, mas imagina que vai para restaurante com Raquel Jacob, não vai leva-la a um tasco, não é? Vai levar a um restaurante bom e vai ter que pagar a conta, ou vai obrigar a coitada pagar a parte dela?!"

Fig. 3 - Raquel Jacob censurada na esquerda.

Bem, pelos vistos, mulheres boas só servem para levar um homem à falência e os restaurantes caros ao sucesso. A minha esperança é, um dia, apanhar uma em promoção de 75% em cartão!

Pedro Cosme Vieira

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