quinta-feira, 20 de julho de 2017

Os fogos florestais, os ciganos e o estupor moral

Estes 3 pontos têm em comum a desinformação dos esquerdistas.

Os esquerdistas falam muito em direitos liberdades e garantias mas, de facto, o que eles defendem são sociedades como o Maduro está a construir na Venezuela ou os Castro criaram e mantêm em Cuba (talvez seja mais desconstruir).
Claro que os problemas que hoje se vivem na Venezuela não resultam da tentativa dos chavistas de fazerem uma "democracia popular onde o homem não mais explora o homem" mas sim da agressão do imperialismo americano.
Apesar de na franja dos ignorantes e mamantes das pensões dos pais as ideias esquerdistas entrarem como a salvação da humanidade, não conseguem explicar porque não fogem pessoas dos USA para a liberdade de Cuba e da Venezuela.
 
Vamos aos fogos florestais.
Ensinou-nos o Maquiavel que, para manter o povinho obediente ao seu príncipe, é preciso arranjar um "inimigo do povo" (que não se possa defender) a quem meter as culpas todas. Depois, bradando "não é culpa minha, eu nem sabia de dada" esfola-se o "inimigo do povo" na praça pública e já estão os problemas todos resolvidos e com o povinho a aplaudir.
No caso dos fogos florestais, os esquerdistas arranjaram o Eucalipto Globus e a Portugal Telecom como "inimigos do povo".
Dizem os esquerdistas que os incêndios acontecem por causa dos eucaliptos. O problema é que eu fui ver as estatísticas e esta afirmação é completamente falsa.
Entre 1996 e 2014 (ver os dado do ICFN) arderam em média 125 mil ha por ano dos quais apenas 15,4% foram eucaliptal.
 
Então querem saber o que são os "fogos florestais"?
Em 50,2 % é matagal que resulta da degradação da floresta mediterrânica/atlântica original depois de séculos de pastoreio seguido de abandono em que não aconteceu a recuperação natural da floresta por  o solo ser muito pobre em nutrientes.
É formado por erva, arbustos e árvores pequenas de que a acácia é cada vez mais visível. Pode ser muito denso (o Maqui) ou mais espaçado (o Garrigue).
Os matagais não têm qualquer rentabilidade económica.
 
E a Portugal Telecom.
É completamente falso que os incêndios sejam maiores por causa da falha de comunicações porque quando não havia telecomunicações os incêndios não eram tão grandes nem causavam tantas vítimas mortais. Nem no tempo do Salazar em que nem sequer havia telefone.
 
Em 2016 arderam 160 500 ha (até 15 de outubro).
Em 2016, tendo a geringonça herdado a mesma proporção de eucaliptal que no período 1996/2014, arderam mais 35000 ha que a média.
Concerteza que a culpa não foi da geringonça, só pode ter sido do Passos Coelho ou de outra coisa qualquer.
 
Querem saber porque há fogos florestais?
Porque a Natureza é mesmo assim e assim tem sido ao longo dos milhares de milhões de anos que dura a vida na terra.
Tanto é assim que os fetos têm o tronco debaixo da terra, as ervas guardam os nutrientes nas raízes  e  as sementes das árvores das florestas de climas temperados só germinam depois de um incêndio.
Porque pensam que a luz vermelha e laranja a piscar são usadas como sinal de perigo?
Porque imitam o fogo e os animais (sim, nós somos animais) têm gravado nas suas mentes que o fogo é o maior dos perigos, coisa que foi metida nas nossas mentes pelo processo evolutivo. 
 
Será possível acabar com os fogos florestais (e com a erosão das praias)?
É possível mas não vai lá com bombeiros, aviões, telecomunicações nem o fim do eucalipto. Vai lá com a destruir de toda a vegetação usando pastoreio e queimadas.
Se for usado pastoreio de ovelhas e cavalos, nenhuma árvore resiste porque são comidas em pequeninas e a casca arrancada em grandes (pelos cornos das ovelhas e as barrigas dos cavalos). Ficam apenas as giestas que os pastores queimam em Setembro (queimavam porque agora não há pastores).
Era essa a paisagem despida que tínhamos até aos princípios do século XX, árvores muito raras e terra nua.
O "problema" é que isso aumenta muito a erosão o que é bom porque combate a erosão costeira.
 
Os ciganos.
A melhor forma de acabar com os ciganos é obrigar as crianças ciganas a ir à escola.
Foi isso que fizeram com os nativos da Austrália.
Claro que o politicamente correcto é dizer que somos todos iguais e que os ciganos são portugueses como os outros mas todos sabemos que não é assim.
Quando vamos sozinhos na rua de madrugada e nos aparecem ciganos ou africanos pela frente (não posso dizer pretos senão levo mais dias sem ordenado, apesar de também haver brancos e indianos em África) , sentimos um frio miudinho na espinha.
Isto não é ser racista pois é uma resposta biológica.
Apoio a 100% do Ventura no sentido de que temos que falar disto.
Temos que pensar porque as nossas cadeias estão cheias de ciganos.
Que políticas de empowerment têm que ser feitas para que isto deixe de acontecer.
Se os ciganos são 0,7% dos portugueses, nas cadeias só pode haver 0,7% de ciganos.
Há algum guarda prisional, juiz, professor ou médico que seja cigano?
É capaz de haver um ou dois que eu não conheço mas teria que haver 0,7%.
 
O "estupor moral" do Ronaldo.
Uma vez mais os esquerdistas indignaram-se com uma frase, desta vez do Dr. Gentil Martins.
Mas será que os esquerdistas se esqueceram que o que o Ronaldo fez é crime em Portugal? E é crime porque os esquerdistas dizem que é "a exploração da mulher pelo homem, a mercantilização da mulher no seu mais puro estado".
Se todas as pessoas acham que fez muito bem, e eu sou uma das pessoas que acham, porque não se permite que isso seja feito em Portugal?
Eu meti uma petição à Assembleia da República (e que deu origem à actual legislação das barrigas de aluguer) a pedir a liberalização do uso dessa tecnologia.
 
As motivações do Gentil Martins são válidas.
Porque é uma questão religiosa.
O Gentil é da velha guarda, um homem temente a Deus e aos ensinamentos da Santa Madre Igreja que dizem que a maternidade é algo divino.
Não é apenas o Gentil Martins que diz isso mas toda a Igreja.
São contra isso e também contra o aborto, o divórcio, a fornicação recreativa e muitas mais coisas.
Se a nossa Constituição diz que temos que respeitar os ciganos, pretos e demais também diz que temos que respeitar as convicções religiosas de cada um.
 
Lembram-se do homem que "se entregou a Deus"?
Em Novembro de 2015 houve uma inundação em Lagoa-Algarve em que morreu um homem. O ministro foi logo lá e disse aquilo em que sempre acreditou "Deus nem sempre é amigo ... entregou-se a Deus e Deus com certeza que lhe reserva um lugar adequado".
Apenas um homem morreu, já com 80 anos, e grelharam o Sr. Ministro Calvão da Silva (mais conhecido por "o padreco") só porque falou em Deus quando deveria ter falado da Portugal Telecom e das folhas de eucalípto que entopem as canalizações.
Um morto e não 64 como nos fogos de Pedrogão Grande!
O Costa é mesmo um artista da propaganda.
 
Agora que estamos em praias, recordo que nós portugueses somos conhecidos por adorarmos a beleza feminina da zona de transição entre as pernas e as costas (apesar de a imagem não parecer paritária, a segunda e a quarta são travestis e a terceira é arraçanada de cigana e vietnamita).
 

15 comentários:

Anónimo disse...

Bom regresso...........

lusitânea disse...

Estava a ver que o tinham mandado para campo de reeducação.Bem vindo e obrigado pelas pertinentes e agradáveis explicações embora saibamos que os esquerdistas são como os muçulmanos.Com rezas 5 vezes ao dia não há nada a fazer e caso fiquem violentos já se pode aplicar a lei de Talião...

Anónimo disse...

aleluia, bem vindo de volta e veja-lá se não o castram blogamente falando porque a sua cronica faz falta e é necessária (nem que seja para arreliar certas mentes esquerdistas), pena é que não escreva mais regularmente visto ter mais tempo, já que a ucraniana se foi.

Celestino disse...

que merda....~

Anónimo disse...

Portugal, enquanto país independente, chegou ao fim da linha! Basta que a pobre Venezuela, o tal país comunista, se farte dos comerciantes exploradores portugueses, e os obrigue a regressar à sua terra natal, cheia de liberdade, mas onde infelizmente já pouco há para roubar, para que isto vá ao fundo de uma vez por todas.
Quando as aldeias tinham gente, a limpeza das matas era feita pelos mais pobrezinhos que, face à necessidade vital de se aquecerem um pouco nos dias mais frios de inverno e cozerem duas ou três batatas, com que procuravam enganar a fome, iam arrancar giestas e apanhar gravetos do chão em terra alheia, arriscando-se a serem esfolados vivos se os proprietários os apanhassem em flagrante delito. Mesmo assim, com as matas limpas, os campos cultivados e o elevado consumo de lenha e madeira, também havia fogos florestais, mas com áreas ardidas anuais muito inferiores às atuais. Depois, alguns camponeses deram o salto lá para fora, viram que a limpar escritórios, que raramente ardiam, ganhavam mais do que muitos doutores em Portugal, foram chamando familiares e amigos que, por sua vez, passaram palavra, desencadeando o êxodo rural que deixou aldeias despovoadas e campos abandonados. Presentemente, gastam-se milhões com sirespes e bombeiros e ano após ano repetem-se incêndios pavorosos, o que me leva a concluir que no nosso Estado em falência o governo praticamente demitiu-se de governar, pouco mais garantindo do que os ordenados ao fim do mês de mais de cento e vinte mil professores e educadores de infância e de muitas dezenas de milhar de oficiais das forças armadas que, lutando em África, defendem os interesses de Portugal!
A religião, inventada há mais de dois mil anos por judeus, que serviu de base à fundação e organização política e administrativa do Estado Português, criou um cimento social e espiritual que uniu a nação na grande gesta dos descobrimentos que nos proporcionou dois ou três períodos de riqueza monetária, com a pimenta da Índia e o ouro do Brasil, mas que não passaram de fogo viste linguiça ao nível das consequências que tiveram no nosso desenvolvimento económico.
Atualmente, com a doutora Catarina Martins ao leme, em coordenação com o doutor António Costa e o doutor Jerónimo de Sousa, os outrora cristianíssimos portugueses sentem-se muito orgulhosos de fazerem parte da linha da frente dos inventores do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Sem religião , sem moral , sem ideologia, o Estado Português, senhor do seu destino, vai, inexoravelmente, desabar. Passaremos, na melhor das hipóteses, a ser cidadãos dos Estados Unidos da Europa que trarão consigo os meios materiais e os recursos humanos indispensáveis à prevenção e combate dos fogos florestais que venham a lavrar neste país à beira-mar plantado.

Anónimo disse...

Peço desculpa, mas fui consultar o Pordata e vi que afinal o número de professores e educadores de infância que atafulham as salas de reuniões das nossas escolas C + S e jardins de infância já deve chegar a 150 mil! Para fazer o que eles fazem, chegavam, e sobravam, 50 mil.
Convém esclarecer que chegamos a este triste estado sob a supervisão de milhares de "Doutores" em ciências da educação que teriam contribuído mais para a "melhoria das aprendizagens" se tivessem ido roçar mato nas florestas de eucaliptos!
Anónimo do comentário anterior.

Silva disse...


Caro PCV

Antes de mais nada, é preciso salientar que os venezuelanos têm aquilo que escolheram livremente (o tal socialismo do séc. XXI) ainda nos anos 90, ao eleger Hugo Chavez, ou seja, escolheram o caminho para a pobreza, miséria e fome.

"Se for usado pastoreio de ovelhas..."

Para haver pastoreio de ovelhas e cabritos, é preciso que essa actividade seja rentável, não só para os melhores pastores mas para milhares de pastores e isso só se torna possível se o salário mínimo for abolido, houver liberalização de despedimentos e abolirem os descontos.

A partir daí, muito rapidamente, o interior será facilmente repovoado até às mais humildes aldeias e com milhões de ovelhas e cabritos a comer mato, torna-se muito difícil haver incêndios de grande dimensão, até porque com o repovoamento haverá muitos habitantes a vigiar e explorar a floresta nem que seja para utilizar a lenha para assar os borregos e cabritos. Ainda teríamos a exploração agrícola mais acentuada o que aumentaria o número de alimentos.

Económico-Financeiro disse...

Estimado Silva,
concordo a 100% mas ainda acrescentava um ponto em que não fui claro.

Ninguém no seu perfeito juizo vai deixar de ser sem abrigo por conta da Segurança social e das esmolas de arrumar carros para virar pastor. Então, é preciso criar o "visto miséria" em que pessoas possam vir viver para cá como pastores de cabras e ovelhas no nosso interior despovoado e apenas nessas condições (assim que deixem de ser pastores, o visto é cancelado). Esses pastores seriam empresários por conta própria que eriam que viver do que o rebanho desse.

Bem sei que os esquerdistas irão dizer que isto é escravatura moderna mas essas pessoas viriam de livre vontade e tenho a certeza que viveriam muito melhor do que vivem na Etiopia ou no Sudão.

Um abraço.

Anónimo disse...

Caros colegas do painel dos rebanhos e das florestas,

Há uma solução muito mais simples para os derradeiros habitantes genuínos das aldeias perdidas por esses montes e vales, onde medram desordenadamente mato rasteiro e espécies arbóreas autóctones, as chamadas árvores-bombeiras, e espécies exóticas, como o eucalipto, que quando arde emite projeções incandescentes até centenas de metros de distância:
Fazer as malas e partir para terras de França, Suiça, Inglaterra, Alemanha e outras, onde se ganha bem, ou então, ir para os arredores do Porto e de Lisboa, onde se ganha mal, mas não não interessa, assim como assim nas cidades só os muito ricos é que têm as casas rodeadas de árvores.
Agora, francamente, os colegas virem para aqui com utopias de pastores da Etiópia e do Paquistão que transformariam Portugal na nova Terra Prometida onde correriam rios de leite e mel, não é intelectualmente correto! Mandar vir gente do terceiro mundo para ocupar o espaço de pastoreio deixado livre pelos portugueses, que tiveram de sair de lá porque a exploração económica dos ovinos e caprinos nem dava sequer para viver mais ou menos, não faz sentido, até para leigos, como eu, em matérias de Ciência Económica.

Silva disse...


"Ninguém no seu perfeito juizo vai deixar de ser sem abrigo por conta da Segurança social e das esmolas de arrumar carros para virar pastor."

Caro PCV

Presumo que não está a conseguir acompanhar a lógica subjacente às 3 reformas estruturais que anteriormente mencionei, nomeadamente a 3ª que seria a abolição dos descontos, ou seja, sem descontos por conta da entidade patronal (os tais 23,75%) e sem descontos dos trabalhadores (11%) talvez 90% da Segurança Social, Ministério, seus organismos e dependências simplesmente seriam extintas com um valente pontapé no traseiro dos funcionários.

Siga a lógica a partir daqui e tenha em conta que só mencionei 3 reformas estruturais.

Pense também no que muito provavelmente iria acontecer ao investimento, produtividade, défice público, necessidade de capital, receita fiscal, crescimento económico, etc.

Pode também ter uma visão histórica da integração das centenas de milhar de retornados na década de 70.

Anónimo disse...

Caros colegas participantes no painel Fogos Florestais e Rebanhos de Cabras Montesas - Prevenção ou Combate?

As centenas de milhar de retornados integraram-se na sociedade portuguesa passando à frente da primeira geração de filhos do povo da metrópole que acabavam de se formar nos liceus, escolas industriais e universidades, prontos para ocuparem as conezias estatais a que legitimamente aspiravam, e que tantas pestanas queimadas lhes tinham custado, em longas noites de estudo à luz de velas e de candeeiros a petróleo. Em abril de 74, Portugal era um país em que era obrigatório ir à missa todos os domingos e dias santos de guarda, e aprendia-se na cataquese que se um inimigo nos bofeteasse uma face, devíamos oferecer-lhe a outra. Quer dizer, o povo estava de tal maneira anestesiado pelos padres que quando chegaram os figurões dos retornados, que no ultramar viviam à grande e escravizavam pretos, ainda foram recebidos de braços abertos pelos camponeses cujos filhos estudados se viram postergados de tudo que era emprego em repartições de finanças, bancos, escolas, hospitais, piscinas municipais, rádios, televisão, aviação, comboios, carreiras de camionagem, marinha mercante, etc. Hoje, com os cofres vazios, o país a arder e os padres com pouco poder, os retornados não teriam outro remédio senão emigrar como qualquer outro bom português. Quem achar que eu sou um exagerado, convido-o a fazer uma pesquisa histórica sobre a receção que tiveram, em França, um país de gente esclarecida, os pieds-noirs "retornados" da Argélia.

Algures em Inglaterra disse...

"Para haver pastoreio de ovelhas e cabritos, é preciso que essa actividade seja rentável, não só para os melhores pastores mas para milhares de pastores e isso só se torna possível se o salário mínimo for abolido, houver liberalização de despedimentos e abolirem os descontos.

A partir daí, muito rapidamente, o interior será facilmente repovoado até às mais humildes aldeias e com milhões de ovelhas e cabritos a comer mato, torna-se muito difícil haver incêndios de grande dimensão, até porque com o repovoamento haverá muitos habitantes a vigiar e explorar a floresta nem que seja para utilizar a lenha para assar os borregos e cabritos. Ainda teríamos a exploração agrícola mais acentuada o que aumentaria o número de alimentos.
"


Caro Silva concordo plenamente consigo, mas para isso seria necessario desregular imenso, e teriamos a oposicao cerrada de funcionarios de Ministerios em Lisboa, a Esquerda em coro a berrar, um coro de sociologso, antropologos, nutricionistas, psicologos a ulular...

Alem do mais seria fundamental devolver os baldios as aldeias...

E muitas destas actividades nao sao produtivas por causa do excesso de impostos, taxas, taxinhas e regulacoes absurdas.

Algures em Inglaterra disse...

"Agora, francamente, os colegas virem para aqui com utopias de pastores da Etiópia e do Paquistão que transformariam Portugal na nova Terra Prometida onde correriam rios de leite e mel, não é intelectualmente correto! Mandar vir gente do terceiro mundo para ocupar o espaço de pastoreio deixado livre pelos portugueses, que tiveram de sair de lá porque a exploração económica dos ovinos e caprinos nem dava sequer para viver mais ou menos, não faz sentido, até para leigos, como eu, em matérias de Ciência Económica."

Deixei-se de tretas. Conhece o interior de Espanha? Eu conheco muito bem e esta cheio de gado e de varas de porcos. E a bicharada limpa as terras e sustenta industrias locais que produzem enchidos, peles, pates, enlatados, queijos, etc. Em Portugal no interior nao ha nada disto e boa parte da populacao vive do Estado, seja com pensoes de velhice, seja com empregos no funcionalismo publico. Isto nao e sustentavel! A Espanha por acaso e um pais pobre? Mas voces julgam que nos paises ricos nao ha gado nem agricultura? Nem feiras de gado? Nem pastores? E o tal provincianismo do tuguinha... experimentem a andar de carro pelo mundo rural na Holanda, Dinamarca ou Inglaterra...

Portuendes disse...

Já o marquês de Sade dizia dos portugueses: "Então vocês querem azeite e nem sequer saber colher as azeitonas?"

Silva disse...


"Caro Silva concordo plenamente consigo, mas para isso seria necessario desregular imenso, e teriamos a oposicao cerrada de funcionarios de Ministerios em Lisboa, a Esquerda em coro a berrar, um coro de sociologso, antropologos, nutricionistas, psicologos a ulular..."


Caro Algures em Inglaterra

Chama-se a isso vontade política ou coragem política.

A Esquerda a berrar não é nenhum problema, o problema é quando a Esquerda está no poder.

Com os esquerdopatas em manifs e berrarias sempre se pode aproveitar para malhar neles.

De qualquer maneira, com essas 3 simples reformas estruturais que insisto, apenas dependem da vontade política, não haveria muito tempo para berrarias, porque seria preciso que as pessoas tivessem mesmo de trabalhar ou, no mínimo, serem produtivas para assegurar o sustento imediato e futuro.

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