| País | PIBpc,ppc | PIB (%/ano) | Pop (%/ano) | PIB pc (%/ano) |
| USA | 43,6 | 1,63 | 0,90 | 0,73 |
| JPN | 31,3 | 0,67 | 0,05 | 0,62 |
| DEU | 33,5 | 1,16 | -0,07 | 1,23 |
| FRA | 31,4 | 1,11 | 0,65 | 0,46 |
| GBR | 33,5 | 1,58 | 0,60 | 0,97 |
| ITA | 30,3 | 0,25 | 0,64 | -0,38 |
| ESP | 29,4 | 1,74 | 1,28 | 0,47 |
| Média | 37,5 | 1,28 | 0,60 | 0,69 |
Como podem os alemães estar errados?
Interessante ninguém gritar que a França e a Espanha têm 1/3 do crescimento económico da Alemanha estando ambos sob a mesma politica monetária. E que a Itália, também nas mesmas circunstancia, tem crescimento negativo.
A França tem um crescimento 0.18 pp abaixo do Japão.
Se o Guterres e o Sócrates anunciam terem sido tão bons governantes, porque será que o nosso crescimento foi 0?
| País | PIBpc,ppc | PIB (%/ano) | Pop (%/ano) | PIB pc (%/ano) |
| PRT | 22,8 | 0,28 | 0,26 | 0,03 |
Vamos agora aos países mais pobres.
O objectivo não é melhorar as suas vidas mas , demagogicamente, dizer que se eles não tiverem emprego, viveremos melhor e eles também!
A pobreza apenas se combate com trabalho e esses países estão, com muito sacrifício, a percorrer o caminho do crescimento económico (ver, Quadro 3).
| País | PIBpc,ppc | PIB (%/ano) | Pop (%/ano) | PIB pc (%/ano) |
| China | 5309 | 10,59 | 0,61 | 9,98 |
| India | 2589 | 7,73 | 1,58 | 6,15 |
| Indonesia | 3506 | 5,51 | 1,20 | 4,32 |
| Pakistan | 2292 | 4,67 | 1,87 | 2,79 |
| Nigeria | 1935 | 6,88 | 2,62 | 4,25 |
| Bangladesh | 1329 | 5,97 | 1,38 | 4,58 |
| Philippines | 3334 | 4,88 | 1,91 | 2,97 |
| Vietnam | 2499 | 7,16 | 1,18 | 5,98 |
| Ethiopia | 769 | 8,39 | 2,46 | 5,92 |
| Egypt | 5078 | 4,68 | 1,88 | 2,81 |
| Média | 4350 | 9,02 | 1,01 | 8,01 |
Um crescimento de 8.01%/ano traduz que, a cada 9 anos, o rendimento das pessoas duplica.
Se o crescimento económico nestes 10 países continuar esta tendência, em 2030 terão um nível de vida semelhante ao nosso.
1.400 milhões de pessoas vivem nos países mais pobres e levam uma vida verdadeiramente desgraçada (com a criança da Fig. 1).
O que temos que dizer a essas pessoas é que vale a pena esforçarem-se. Que há apenas 20 anos na China vivia-se pior que actualmente se vive nesses países e hoje na China já se tem um nível de vida comparável ao do Brasil.
Por falar no Brasil.
O crescimento baseado no consumo e na re-distribuição, no curto prazo pode parecer que dá frutos mas, muito mais cedo do que julgam os esquerdistas, transforma-se num pesadelo. AS manifestações em São Paulo traduzem que as pessoas pensavam que vinha aí o maná mas a realidade está-se a transformar na estagnação económica.
Não há volta a dar. Para a qualidade de vida melhorar de forma sustentável é preciso poupar e investir.
É perigoso promete crescimento economico baseado em mais consumo.
Finalmente, vou ao Irão.
As pessoas não votaram em grandes visões para o mundo mas apenas olharam para a economia chinesa.
Pode haver uma grande intoxicação ideológica, afirmar ao mundo que estão com capacidade para destruir Israel, que são uma potencia nuclear, etc. mas as pessoas reparam que em 1980 (o ano seguinte à revolução) um iraniano tinha um nível de vida 13 vezes o de um chinês e hoje está ela por ela.
Em 1980 a economia iraniana representava 55% da economia chinesa e hoje representa 5%.
Alá encheu o Irão de petróleo mas os homens que o governam alegadamente em seu nome têm feito o nivel de vida das pessoas diminui ao longo do tempo.
Por mais que se queira dizer que a liberdade economica é má, que leva à exploração do homem pelo homem, o bom desempenho económico daqueles 10 paises do quadro 1 é a melhor demonstração que o "deixar fazer, deixar passar" é o principal factor de progresso da humanidade.
É incrivel como a China, a mais feroz das ditaduras comunistas, se tornou a mais forte demonstração das virtudes do capitalismo.
Está tudo encaminhado para o próximo poste ser sobre o desemprego nos países pobres.
E não vale a pena falar da greve dos professores pois estão a tentar defender previlégios que é impossivel manter.
Não é possivel mantermos milhares de professores sem aulas e que se recusam a mudar de escola.
Se não querem trabalhar, rua.
Pedro Cosme da Costa Vieira
segunda-feira, junho 17, 2013






























