sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A força de uma arma está na mão de quem a segura.

Vamos imaginar que o Seguro era o presidente dos USA.

Nesse mundo imaginário, um dia, a Rússia, a China ou a Coreia do Norte atacam os USA e a Europa com bombas nucleares.

Acham que o Seguro dará ordem para que as bombas nucleares americanas sejam disparadas contra esse ou esses países agressores?

Alguém acha mesmo que o Seguro vai abrir a mala preta e enviar os códigos para que os mísseis nucleares sejam disparados contra os seus destinos pré-determinados?

Não, ninguém acredita.

Acham que os que, o Macron e o Starmer darão ordem para que as bombas nucleares francesas e inglesas sejam disparadas contra esse ou esses países agressores?

Não, ninguém acredita.

Acham que os Alemães, Espanhóis ou Portugueses vão pedir ao Seguro, Macron e Starmer para usarem os mísseis para retaliar?

Não, ninguém acredita.

É esse o problema dos europeus e é por isso que toda a gente apoia o Seguro a presidente da república, o Costa foi lá para mandar na Europa, e o esquerdismo do "Já gastamos dinheiro de mais em defesa e não precisamos nada do Trump" tem 99% do tempo na comunicação social.

Em resposta aos bombardeamentos, íamos, europeus, enviar um baixo assinado, em letras capitais e a gordo para vincarmos a nossa repulsa e indignação:

"PROTESTAMOS COM AS PALAVRAS MAIS DURAS QUE EXISTEM ESSAS ACÇÕES CONTRA A HUMANIDADE E O DIREITO INTERNACIONAL E VAMOS PEDIR AO GUTERRES QUE AS CONDENE. 

SOMOS A FAVOR DA PAZ E CONTRA O GENOCÍDIO. 

EXIGIMOS QUE PARAREM IMEDIATAMENTE POIS, CASO CONTRÁRIO, VAMOS ENVIAR UMA FLUTILHA."

Na lista de assinaturas iríamos ver todos os que apoiam o Seguro à presidência da república, desde o CDS até ao BE.


O Zelensky tem toda a razão.

Os europeus, nós, falamos palavras bonitas, a Dinamarca diz que vai defender a Gronelândia, e a Europa diz que dá garantias de segurança à Ucrânia, mas somos uns bananas mas daquelas bananas muito maduras, já liquefeitas, somos geleia, não valemos nada.

Temos voz grossa, dizemos que vamos cortar com o Trump, mas é apenas um programa de rádio, temos voz de radialista, mas o conteúdo do discurso é um vácuo, é sempre "Vamos fazer, vamos actuar, vamos apoiar, vamos defender, vamos garantir" mas nunca dizemos "Fizemos, actuamos, apoiamos, defendemos, garantimos."

É sempre uma intenção mas que nunca se concretiza nada porque é preciso decidir e actuar e não o conseguimos fazer.

O Seguro é apenas mas um europeu típico, um burro no meio da ponte que nunca sabe para onde se virar. É outro Guterres. 


Alguém se lembra de Srebrenica?

Os europeus disseram que iam garantir a segurança dos bósnios que viviam na cidade.

Estavam lá 450 militares holandeses.

Os Sérvios chegaram e mataram todos os homens, 8000, e os holandeses não fizeram nada.

Tiveram que vir os Americanos resolver o problema com bombardeamentos aéreos da Sérvia pois os europeus nunca conseguiram decidir o que fazer.

Bombardeamentos que violaram o direito internacional.

8 mil homens executados em 2 dias.

Prendemos meia dúzia de pessoas e ficamos todos contentes.


Como pode a Dinamarca ou a Europa defender seja o que for sem orçamento?

Os esquerdistas que aparecem na comunicação social dizem que a Europa gasta muito dinheiro em defesa mas esquecem-se de dizer que esse dinheiro é quase todo gasto em salários dos soldados e que inclui as forças policiais como a nossa GNR que tem tudo menos capacidade de defesa.

Acham que os nossos soldados têm capacidade de combate nas trincheiras ucranianas?

Fugiam todos ou acontecia-lhes o que aconteceu aos soldados da Coreia do Norte e da Tchetchena, foram dizimados, não sobrou nem um para amostra.

E, mesmo assim, em percentagem do PIB, os Trump passou a despesa militar de 3.5% para 5% em 2026 enquanto que os europeus estão com pouco mais de 1% e "vamos aumentar para 5% em 2035"

Reparem bem, VAMOS AUMENTAR, nunca AUMENTAMOS


Eu vou votar no Ventura.

Se toda a gente anuncia apoio ao Banana Seguro, o homem deve ter muitos defeitos.

Isto nunca aconteceu, parece que estamos na Coreia do Norte, toda a gente apoia o Seguro, o que apenas traduz que já caímos numa ditadura.

E esta ditadura implantou-se como uma espécie de vírus que uniformizou a mente das pessoas.


A queixa do Montenegro traduz mesmo que estamos em ditadura.

E eu fui despedido, não por ter feito fosse o que fosse, chumbado alunos que sabiam, passado alunos que não sabiam por alguma razão escura, mas apenas por ter dito umas anedotas sendo que ninguém disse "ofendeu-me".
Se alguém conta uma anedota onde entra um alentejano, despede-se por xenofobia?
Se alguém conta uma anedota onde entra uma mulher, despede-se por misoginia?
Se alguém diz "é preciso estar com um olho no burro e outro no cigano" é despedido por racismo?
Isto é uma ditadura das mais violentas que existem.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Ao apoiarem o Seguro, os comunistas mostram que não aprenderam nada com a geringonça

Apenas há polícias enquanto há ladrões.

Os polícias sabem que, no dia em que acabarem os ladrões, são despedidos.

Da mesma forma, apenas há povinho a votar nos comunistas enquanto houver o risco do fascismo, do nazismo, da direita radica, da exploração do homem pelo homem, do grande capital.

O Cunhal ainda disse - "É um fassista que meteu o sagrado socialismo na gaveta, deu a mão ao patronato e ao grande capital mas, tapem-lhe a cara, engulam o sapo e votem no fassista Soares."

Este comunista de quem nem sei o nome, foi uma coisa sem qualquer dramatismo, "Votemos no Seguro".


O Seguro com tantos apoios, nem percebo porque há segunda volta.

O mais natural era o Seguro ter ganho a primeira volta com os números que vemos em Cuba, 99% dos votos e 1% a distribuir por nulos e brancos.


Os comunistas anunciaram que iam ganham força com a geringonça.

Nas eleições de que resultou a geringonça, o PCP teve 17 deputados e o BE 19 deputados. Juntos tiveram quase um milhão de votos.

Em 2025, PCP+BE tiveram 4 deputados e 310 mil votos, uma queda de 89% no número de deputados e de 69% no número de votos.

Mas vamos às presidenciais. Em 2016 o PCP+BE tiveram 650 mil votos. Em 2026, acabam de ter 209 mil, uma queda de 68%.


Os comunistas deveriam ter apoiado o Passos Coelho e apoiarem agora o Ventura.

É preciso as pessoas saberem o que é o fassismo, sofrerem na carne a exploração do patronato, o ataque do grande capital, a destruição do estado social, o imperialismo americano e muito mais coisas como se vê nos países fassistas como o Irão, Coreia do Norte ou Venezuela.

O André Ventura na presidência vai funcionar como uma vacina contra o fassismo que vai durar pelo menos 50 anos.

Se o Ventura ganhar, e eu penso que se arrisca a ganhar, o comunismo vai florescer em Portugal como nunca se viu, o PC+BE+Livre+PAN vão ter pelo menos 90% dos votos durante décadas a ponto de se poder equacionar acabar com as eleições.

Vamos enriquecer como enriqueceram os povos que já estiveram sob a libertação comunista.

Força Ventura, faz dos comunistas os salvadores da nação.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Portugal precisa da estabilidade do Seguro para continuarmos a empobrecer

Ouvi uma frase importante num debate.

A Cavalieri disse que os europeus, nós, não podemos fazer frente ao Trump e um esquerdista qualquer, não me lembro quem, disse: Mas o Brasil bateu o pé ao Trump.

A Cavalieri deveria ter dito "Mas penso que os europeus não querem ser pobres como os brasileiros, viver em favelas e cada dia que saem de casa, despedirem-se dos familiares de forma calorosa porque não têm a certeza de que vão voltar vivos."


Os do PSD estão em negação como o Santos Silva.

Eu penso que o André Ventura vai ganhar porque todos se juntaram para levar o Seguro à segunda volta e vão ficar por ali.

Pode acontecer que a maioria das pessoas que votaram Cotrim ou Marques Mendes não vai votar mas não os estou a ver a votar no Seguro.

É que, no fundo, estão a dar ao Seguro o poder para fazer o que fez o Sampaio com a maioria absoluta do Santana Lopes, iniciar uma cruzada de desgaste e mandar o parlamento ao charco.

Não nos podemos esquecer que o Montenegro tem muitos problemas judiciais e qualquer anúncio pode ser usado para o mandar abaixo.

O Santos Silva, que dizem ser o padrinho do André Ventura, quem mandou o PS ao buraco, quem atirou o PS para o pior resultado de sempre (quem o diz é o Ascenço) teima que o povo tem de ser educado a votar em quem defende politicas esquerdistas mas o povo não aprende.

Os graúdos do PSD e IL, aqueles que facturam centenas de milhar por ano a facilitar negócios, que vivem em grandes casas e deslocam-se em carros de luxo, pensam que os votos do André Ventura são enganos, quem nenhum eleitor quer votar Ventura, são pessoas sob a influência do sono ou de drogas duras que chegam à assembleia de voto sem saberem onde estão e que, no pior dos pesadelos, votam André Ventura. São esses eleitores as mesmas pessoas que, no pesadelo, se atiram abaixo de precipícios e são raptados por extra-terrestres. 


Vou agora falar de estabilidade e empobrecimento.

O argumento agora é que o Seguro representa a sensaboria, a previsibilidade e a estabilidade. Digamos que é uma espécie de Guterres (criado no mesmo partido) que está sempre indignado mas que toda a gente sabe que não vai fazer nada. Parece que está sempre com o cuzinho apertado, sempre a correr com pequenos passos para não chegar a lado nenhum, como a gueixas que transformam um quarto pequenino num estádio com 100 passinhos de comprimento.

Tique-tique-tique-tique-tique-tique e, decorrida uma hora de marcha, ainda não saiu do sítio.


Se eu estou saudável, tenho um emprego bom e uma mulher bonita, rica e jeitosa, quero estabilidade. 

O problema é que o nosso querido país está cheio de problemas.

Vou apenas mostrar a evolução do nosso PIB per capita, e que traduz o nível de vida, relativamente ao dos USA. 

Fig. 1 - Evolução do PIBpc português a dividir pelo americano 1990:2024 (dados: Banco Mundial)


Nos inícios dos 1990's, o nosso nível de vida estava entre 39% e 40% do nível de vida dos americanos. Depois de 35 anos de "estabilidade e crescimento", caímos para 33% a 34%.

Se é isto que queremos, que continue a estabilidade.


O PSD perde sempre.

Vamos supor que o Seguro ganha. Digam o que disserem, e do PS.

Alguém pensa que se o presidente fosse o Seguro, haveria a dissolução da Assembleia da REpública quando o Costa saiu?

Não, entrava o Centeno que ainda hoje seria o primeiro-ministro para manter a "estabilidade".

"Habituem-se porque vai ser assim nos próximos 4 anos" teria de ser levado à letra.

E se o Ventura ganha?

O PSD arrisca-se a tornar-se um pequeno partido. 


Quero também falar da Gronelândia.

A Europa não consegue fazer face ao Trump.

Se o Trump disser "Vamos retirar os nossos militares, equipamentos e ogivas nucleares da Europa (sim, os USA têm ogivas nucleares na Alemanha), a Ucrânia cai imediatamente.

A Europa não tem capacidade para garantir a segurança dos países bálticos ou da Moldava e mais não tem de fazer do que aceitar a instalação de governos como o da Bielorrússia.


O que deve a Europa fazer?

Fazer um meio termo semelhante ao que se passa no 'Direito Marítimo'.

As povoações onde há mais de 100 pessoas, terão um território de 12 milhas a contar do limite da última casa.

Esse território (que não será contíguo) continuará a ser dinamarquês mas todo o resto passará para os USA.

Os USA garantirão liberdade de circulação das pessoas e bens entre esses territórios assim como a  eventual prática agrícola e pesca do nativos inuitas.

Os USA dão 100 mil euros por km2 transferido, em equipamento militar à Ucrânia.



quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

O assédio de Trump à Gronelândia e ao Irão e do Cotrin às mulheres

O assédio do Trump à Gronelândia.

Quando o Trump decide ajudar Israel ou atacar seja quem for no Médio-Oriente usa a Base das Lages para descolar os aviões de re-abastecimento porque os bombardeiros não têm autonomia para atravessar o Atlântico.

Nessa altura há sempre alguém esquerdista (que é a maior-parte da nossa comunicação social) que pergunta "O Trump pediu autorização? O governo tem de proibir o trânsito dessas aeronaves."

Ora, o Trump não precisa nem quer precisar de perguntar seja o que for quando está a defender os interesses ocidentais.

Naturalmente, se Portugal caísse para os esquerdalhos e proibisse o Trump de circular pelo espaço aéreo dos Açores, automaticamente, o Trump apropriava-se desse espaço aéreo. E só poderia ter o aplauso dos restantes países ocidentais.


Agora a Gronelândia.

O Trump gasta muito dinheiro na Gronelândia e quer gastar ainda mais por causa do "Escudo" com que quer proteger a América do Norte da Rússia (porque está a pensar que, no caso de conflito com a China, a Rússia se vai aliar à China). 

Além de gastar muito dinheiro, há o problema das TErras Raras que, neste momento, a China tem o monopólio.


Vejamos bem. 

O Ocidente está vulnerável relativamente às terras raras chineses, ainda agora, o Japão está a sofrer um embargo por parte da China porque disse que "em caso de invasão por parte da China, o Japão vai ajudar Taiwan".

Já ameaçaram o Trump e os países europeus.

Os 56000 habitantes da Gronelândia são contra a exploração mineira no território.

Acham que se na Gronelândia houver reservas de terras raras capazes de quebrar o monopólio chinês e, desta forma, 'salvarem os ocidentais' que alguém vai ouvir o que têm para dizer os 56000 habitantes locais?

Se os USA têm 2 300 000 de presos a quem não perguntam nada, passarão a ter 2 356 000.


Como vai ser a ocupação americana da Gronelândia.

Vão fazer como se fosse deles. 

Passa a haver voos para os aeroportos americanos que já existem na ilha sem supervisão de passaportes por parte da Gronelândia.

Depois, começam a concessionar zonas para exploração mineira, pesquisa de petróleo ou construção de bases navais ou terrestres sem perguntar nada a ninguém.

Também vai chamar governador ao que hoje é o primeiro ministro e serão atribuídos dois lugares no senado e um voto para o colégio eleitoral do presidente americano.

A UE vai dizer qualquer coisa e o Trump vai responder "Estou a fazer o melhor no interesse da América e também da Europa".

Haverá manifestações dos esquerdistas e nada mais.


Presidente dos USA, da Venezuela, da Gronelândia, de Gaza, do Irão e de Yakut.

O território será americano mas a população pode ser o que quiser (como as reservas índias) e até podem ter governo próprio eleitos pelos locais (como acontecia nos filmes do Farwest).

São livres de fazer o que quiserem, se não gostam, votam nos Democratas.

Mas o Trump não vai mais pedir autorização para o que quer que seja que queira fazer. Quer sobrevoar o território, sobrevoa. Quer explorar reservas minerais, explora. Quer lá meter mísseis nucleares, mete.

E os europeus que reclamem para o Direito Internacional. 


O Trump já falou de Yakut.

Todo o território oriental-Norte da Rússia é quase despovoado, são 5 Angolas povoadas por um milhão de pessoas. Mas, pior para a Rússia do que isso, é que é habitado por povos indígenas Yakuts que são esquimós com uma língua da família do Turco, o Mongol e o Coreano (que veio com o Gengis Kan) e que foram ocupados no Séc. XIX por Pedro-o-Grande.

Digamos que é uma colónia formada no tempo em a França e Portugal criaram as colónias africanas e que já são todas independentes. Sei que haverá quem diga que estou enganado, que as colónias portuguesas já existiam desde 1492 mas não é verdade. Até meados do Séc. XIX apenas havia pequenos interpostos comerciais pontuais.  E mesmo que o fosse, só reforçaria que o direito da Rússia a Yakut é muito fraquinho.

Fig. 1 - Mapa que mostra a desocupação Russa da Sibéria (República Sakha e vizinhas)


Como o Putin teima na guerra!

A única solução que sobra é derrotar o Putin e promover a 'independência' dos povos indígenas colonizados pela Rússia.

Fazer aos territórios orientais russos o que a URSS fez aos territórios que eram colónias europeias: reconhecer-lhes o direito à auto-determinação e meter lá governos pró-USA.


O assédio do Cotrin.

Há homens (e eu tenho repúdio total por esses homens) que, em situação de conflito com as mulheres, atacam com insultos sexuais.

Por exemplo, eu dou apoio a um doente esquizofrénico sem retaguarda familiar e que vive numa pensão a 50 m de minha casa. Lavo-lhe a roupa e dou-lhe "sessões de terapia".

A mente dele é de tal forma que acha que toda a gente lhe chama "paneleiro" ou, mesmo quando não chama, canta a música Olarilolé do Mafama ou Larilolé da Tonicha.

Quando isso lhe acontece, passa para o insulto sexual contra as mulheres. 

A "sorte dele" é que na maior-parte das vezes está sozinho (as pessoas que o insultam estão apenas na sua cabeça) ou as pessoas já sabem que são delírios devido à esquizofrenia.


Em contextos laborais, acontece isso mesmo.

Quando uma mulher é forte e diz a sua opinião discordante, esses homens que não merecem a designação de homens passam para "O que a senhora precisa é de peso" e coisas muito piores como "Eu calava-a com uma comprida e grossa". 

Claro que estas frases são para ofender e criar medo nas mulheres mas não são verdadeiramente assédio sexual, são antes tentativas de manipulação por alteração de humor.

O Cotrin, mesmo com aquele cabelinho todo colado e a armar ao jovem quando já tem 65 anos não estava a pensar "saltar à espinha" à senhora que, por acaso, é de grande beleza. É que "já nem levanta o mastro com Viagra" mas mantém esse discursos ofensivo de pseudo macho latino, fazendo voz grossa quando não tem argumentos válidos.

Reparem bem, as frases como "Já não levanta o mastro nem com Viagra" ou "Precisa de meio Viagra para não mijar nos sapatos" são o ataque reverso, com o qual as mulheres atacam (se defendem) os homens.

Há homens que se sentem muito ofendidos e outros não ligam.

Também dizer a uma mulher "Fala muito mas eu tapava-lhe a boca com o que cá sei" ofende e nunca deve ser dito mas há mulheres que não se sentem ameaçadas, respondendo, "Meta cá o morcão murcho e vai ver o que são dentes afiados, vai passar a mijar sentado, um coitado que fala muito mas nem a lavoura de casa consegue fazer."


O Cotrin não presta por outras razões.

Naturalmente, se passassem à segunda volta das presidenciais o André Ventura e a Catarina Martins, os Liberais votariam no André Ventura.

Por isso, não achei nada estranho que o Cotrin dissesse que era capaz de votar no Ventura.

O que me faz pensar que não presta é que, vendo um burburinho na comunicação social veio logo desdizer-se  "Arrependo-me, nunca o deveria ter dito, não sei o que me aconteceu para ter dito isso."

Devia assumir o que disse não é dizer que teve um lapso esquizoide.

Também não presta por pedir ao PSD que o apoie em desfavor do Marques Mendes para não passar o Seguro à segunda volta porque tal será muito mau para o país. 

Então, se diz que a candidatura do Marques Mendes tem méritos, porque não desiste ele em favor do Marques Mendes?

O Marques Mendes é mais velho e, por isso, deve-lhe respeito.


As guerras são por isso mesmo.

Quando o Trump disse "Agora sou eu quem manda na Venezuela senão as consequências serão terríveis", o poder órfão acreditou e começou logo uma política de desanuviamento. 

Quando o Putin disse "Rendam-se ou será mau para a Ucrânia já que vou matar muitos ucranianos" o Zelensky respondeu "Deixa-te dessas merdas ou será mau para a Rússia já que vou matar muitos russos".

Ninguém pestanejou, começou a guerra.

Quando o Trump disse "Se no Irão enforcarem algum manifestante, tomem nota do nome pois a América já está a caminho para os castigar".

Agora, é ver quem pestaneja. Se o Trump fizer como os europeus (vão fazer na Gronelândia), pestanejar, no Irão haverá um banho de sangue entre os manifestantes.


Fig. 2 - 
Se o Trump cumprir o que diz, os Ai-as-tolas vão-se juntar ao Al-Assad no Céu-dos-Passarinhos.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

A China preparava o bloqueio a Taiwan, o Trump bloqueou a China.

A China preparava-se para bloquear e invadir Taiwan.

Enquanto a Europa falava que a China viola o direito internacional quando ocupa ilhas um pouco por todo o Mar da China, a China ensaiou no final do ano o bloqueio naval de Taiwan.

Mais uma vez, os europeus vieram dizer que consideram inaceitável a China tomar Taiwan pela força mas nada fizeram. Uma nota diplomática "nos mais fortes termos" foi enviada pelo correio.

E nos últimos dias ainda vieram reconhecer o direito da China a ocupar esse "território rebelde". Digamos que o Trump ter 'invadido a Venezuela', dá direito a que a China faça o mesmo.

É que nós precisamos de baterias e carros eléctricos baratos vindos da China para diminuir os gases.

Não nos que podemos esquecer que o António Costa, no dia 12 de Outubro de 2016, enquanto primeiro ministro de Portugal, um país da NATO, disse  que "A China pode vir a usar a base das Lajes".

A China bloqueou Taiwan no dia 29 de Dezembro; No dia 30 Taiwan "entregou" 11 mil milhões ao Trump; No dia 3 de Janeiro começou o bloqueio à China com a captura do Maduro.

Ter amigos assim vale a pena, não é uns europeus medrosos, facilitadores de negócios e acanhados que se querem amigos de toda a gente. 

Fig. 1 - A China acha-se com força para bloquear Taiwan mas esquece-se que Taiwan tem um aliado capaz de bloquear a China!


Quantos americanos morreram na Europa na Segunda Guerra Mundial?

Os dinamarqueses dizem que morreram 43 no Afeganistão, alegadamente a defender os USA já que os Talibans eram e são muito amigos dos europeus e defensores dos valores da liberdade e tolerância que se defendem e vivem na Europa.

Morreram 43. E quantos americanos morreram a libertar a Dinamarca dos Nazis? Não falam nisso?

Na Europa morreram 250 mil norte americanos quando podiam ter ficado sossegados em sua casa.


Os Europeus pensam que ganharam a Guerra Fria.

Mas não, o discurso por aqui, lembro-me bem, era "Antes vermelho do que morto".

A Europa foi derrotada porque não conseguiu libertar-se dos interesses que tinha na URSS.

Não fizeram nada para a libertação dos países do leste europeu do jugo russo mas, depois da queda, correram a dizer "fomos nós". Ainda virá o tempo que dirão que "fomos nós que acabamos com o Maduro."

E nada querem fazer para que a Ucrânia vença. Argumentam que é impossível derrotar a Rússia não por ser impossível mas porque não nos interessa um Trump vitorioso.

A Rússia, no fundo, é um país europeu que nos pode ajudar a fazer frente aos USA ...

Fig. 2 - Depois da queda da URSS, a economia americana deixou a Europa "dos direitos" para trás.

Os europeus querem a Corina Machado como presidente da Venezuela?

Então, os europeus que o façam acontecer. Não é dizer que o Trump viola do direito internacional e, depois, ter de ser ele a substitutir o regime por quem os europeus acham ser melhor.

Acham ser fácil meter lá a Corina Machado?

Se acham, força, avancem.


E a Gronelância?

A Gronelândia é um território com a área de Angola + Moçambique + Guiné-Bissau + Cabo-Verde + Timor mas só tem 60 mil pessoas (cerca de 50 mil esquimós inuitas e 10 dinamarqueses)  espalhadas por meia dúzia de terriolas (Nuuk tem 1/3 da população e a quase totalidade dos dinamarqueses).

Mas há pouca população porque 90% é gelo que nunca foi pisado por humanos.

Na WWII na Dinamarca não foi capaz de defender nada, muito menos a Gronelândia e em 1946, podendo ter ficado com ela, os USA entregaram-na à Dinamarca.

A Groelândia doi um território nazi entre 1940 e 1945 (nessa altura, a Dinamarca tinha um governo Nazi) e forma os americanos a libertaram.


Isso não interessa nada à Europa é apenas para chatear os USA.

E a Gronelândia votou a saída da União Europeia porque estavam a roubar-lhe o peixe todo e tem direito à auto-determinação, é uma colónia.


Vamos supor que a China ocupa a Gronelândia.

Lá vão os europeus falar do direito internacional, blá-blá-blá-blá, violação dos direitos do homem, blá-blá-blá-blá.

E como diz o candidato Vieira, lá se vai o nosso bacalhau que já está pelas horas da morte por causa do embargo ao bacalhau russo.

E isto por culpa do Trump que não nos deixa viver em paz com o Putin que é muito respeitador do direito internacional.


Depois pedem reunião da ONU.

A China e a Rússia têm veto.

Ia o Trump pedir à ONU para poder prender o Maduro?

Só se fosse maluquinho.

Fig. 3 - O Trump tinha de pedir autorização à ONU para prender o Maduro!!!!







domingo, 4 de janeiro de 2026

A Europa estava a ganhar a guerra da Ucrânia com o direito Internacional e o Trump estragou tudo

Os Europeus, nós, não queremos que a raposa passe fome nem que a raposa morra.

Não queremos que a Rússia ocupe a Ucrânia mas não queremos que a Ucrânia se defenda, "O melhor é haver paz."

Queremos que Israel se Defenda mas não queremos que mate ninguém, "Estão a morrer poucos israelitas."

Não queríamos o Maduro na Venezuela mas também não queríamos que ele saísse, "Vai ser ainda pior".

E o argumento é sempre o do coitadinho, "Temos de defender o direito internacional pois só assim nos podemos defender da força."

Nós temos é de ter força para fazer valer os valores não pensar que os valores por si vão derrotar a força de que não tem valores.


O Maduro que vá agora para Tribunal Administrativo.

Se o Trump violou o direito internacional, o melhor é Portugal oferecer-se para resolver a contenda no Tribunal Administrativo.

Talvez lá para o ano 2040 a coisa chegue a julgamento e seja dada razão ao Maduro.


Nas relações internacionais só conta a força e a vontade.

Se, em Portugal, a administração pública, isto é, um pequeno ditador localizado na administração pública, viola os direitos de um cidadão como me aconteceu, não há o que fazer. Reclama-se para tribunal e, antes de haver decisão, o cidadão morre de velhice.

A China decide invadir ilhas um pouco por todo o lado. Não vejo ninguém falar do direito internacional. Vejo força e os esquerdistas calados.

Quando a China ocupa o Tibete não vejo direito internacional, vejo força e os esquerdistas caladinhos.


Se os israelitas contassem com os europeus, já não havia Israel.

Somos frouxos, sem coluna vertebral, deixamos que o Putin mate as pessoas e, depois, criamos prémios pela liberdade.

Dizem que o Trump só pensa em negócios mas está tudo a pensar no gás russo e em contar os tostões que se EMPRESTAM à Ucrânia.

Os ucranianos a morrer aos milhares na nossa defesa da Rússia e estamos a contar os cêntimos.


Porque é que Taiwan não tem direito à autodeterminação?

Taiwan é  um país independente de facto há mais de 75 anos, uma economia dinâmica, povo pacífico,  uma democracia consolidada e porque não pode ser independente?

Dizem os esquerdistas que é por causa do direito internacional.

Terei então de dizer QUE SE FODA O DIREITO INTERNACIONAL.


sábado, 3 de janeiro de 2026

A queda de Maduro é mais uma peça na derrota de Putin.

A invasão da Ucrânia fez-nos voltar à Guerra Fria.

A Guerra Fria acabou, em 1991, com o colapso da URSS e a consequente queda do Muro de Berlim.


Alguém se lembra de como se combateu a Guerra Fria?

Era em batalhas "indirectas", em guerras por procuração, tirar areia das fundações a ver se caia.

Se a URSS tinha um aliado, logo os USA reforçavam uma facção da oposição para desgastar a URSS.

Essas guerras aconteceram um pouco por toda a parte, começou na Coreia, continuou no Vietname, em África (também em Angola e Moçambique), na América Latina, na Ásia do Sul, no Médio Oriente (de que Israel era o aliado preferencial) e na Europa. As últimas grande batalha foram a Guerra Irão-Iraque e o Afeganistão. 


Os USA (e a Europa) decidiram 'perdoar' a URSS.

Nessa altura pensou-se que os regimes comunistas seriam varridos da face da Terra, onde se incluíam os regimes 'democráticos' de Angola e Moçambique mas, estranhamente, foi aceite que esses regimes continuassem desde que realizassem eleições fraudulentas. Foi parecido com manter o regimes de Franco e de Salazar no pós WWII.

Ninguém, quase ninguém, acredita que o MPLA ganhou as eleições.

Ninguém, quase ninguém, acredita que a FRELIMO ganhou as eleições.

Mas fazemos todos de conta, dando aos nossos esquerdistas (que são quem aparece no espaço público comunicacional) a possibilidade de "defenderem o direito internacional" como a justificação para a perpetuação desses regimes ditatoriais.


O Rússia colocou-se a jeito.

Havia quem pensasse que a Invasão da Ucrânia no dia 24 Fevereiro 2022 era uma jogada de mestre por parte do Putin. No meu entender, o ataque a Israel de 7 de Outubro de 2023 fez parte desse movimento expansionista russo, forma de mostrar capacidade de ameaçar "interesses estratégicos ocidentais", fortalecer os seus peões no Médio Oriente e obrigar a desviar recursos da Ucrânia.

O problema foi que o Ocidente (USA, UK e Israel já que a Europa é sempre inconsequente) respondeu com força inimaginável.

Gaza foi arrasada com 100 mil mortos, Al-Assad desapareceu, o Hezbolah (e os seus anunciados 100 mil soldados) desapareceu, o Irão está em ebulição depois de uma campanha de bombardeamentos aéreos e, não menos importante, Israel reconhece a independência da Somalilândia (e talvez venha a reconhecer a independência do Kurdistão).


A Rússia está de rastos.

Onde estavam os mísseis anti-aéreos que o Irão comprou à Rússia?

Onde estavam os mísseis anti-aéreos que a Venezuela comprou à Rússia?

Claro que os nossos comentadores continuam a dizer que a Ucrânia está à beira da derrota, que a Rússia nunca esteve tão forte, que o Trump é um aliado de Putin mas o que vemos é, peça após peça, os aliados da Rússia a cair.


A seguir vai ser Cuba e a Nicarágua.

Sem o petróleo da Venezuela, Cuba não se aguenta.

A Rússia não consegue garantir abastecimentos, a China muito menos porque não consegue projectar poder no Atlântico.


O que se vai passar na Venezuela.

Todos dizem na nossas TVs, mesmo os ligados à direita, que vem ai o caos. Esses mesmos anunciam o caos no Irão se o regime cair e já o anunciavam na Síria.

A ideia do Trump relativamente à Venezuela é aumentar sem limite a produção de petróleo e, assim, secar as fontes de financiamento da Rússia e do "Sul Global".

Não faz sentido o Brasil estar a viver à custa de petróleo em águas profundas (muito caro de extrair) quando a Venezuela tem reservas quase infinitas em águas rasas.


E proteger Taiwan.

No caso de invasão por parte da China, os USA têm mais um instrumento de estrangulamento da economia chinesa (cortar o fornecimento de petróleo).


Vale a pena ouvir o candidato PCP.

Diz que é igualmente a favor da paz na Venezuela, na Ucrânia e Israel mas omite que a Rússia invadiu a Ucrânia (e a paz é a Ucrânia render-se) enquanto que na Venezuela estamos na presença de uma regime ditatorial que roubou, ao longo das décadas, as eleições e matou sem dó nem piedade os opositores. Esquece-se também que o Hamas luta pela morte de todos os judeus e o desaparecimento de Israel.

As praias venezuelanas são maravilhosas



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