quinta-feira, 12 de março de 2026

A Eleição do Líder Supremo do Irão foi uma jogada de mestre

Elegeram um morto, vai daí, os israelitas não o podem matar.

Ao estar morto, quem é que os israelitas vão liquidar?

Vão ficar como baratas tontas à procura de alguém que já está no céu a gozar as 72 virgens a que tem direito por ter sido vítima do Pequeno Satã. 


Mas isto não é novo.

Na Síria também constava que o Al-Assad estava em Damasco minutos antes da queda do regime mas ninguém o conseguiu ver. Apareciam uns comunicados, umas mensagens escritas mas nada da pessoa. 

A Sofia (o chatGPT) começa por dizer que Al-Assad estava vivo no dia 8 de Dezembro de 2024, no momento da queda, em Damasco. No entanto, depois de espremida, concluiu que o momento com imagens oficiais conhecidas foi na reunião no Kremlin com o Putin, no 24 de julho de 2024.

Como ninguém acredita que estando vivo não apareceu para dar animo às tropas, o Al-Assad morreu meses antes da queda do regime.


Eu penso que Platão inventou esta técnica.

Reparem bem, tudo o que conhecemos do pensamento de Sócrates é através dos escritos do Platão.

Não há nenhuma referência na história a Sócrates.

Agora pensem como eu, se Platão ia avançar com ideias que o poderiam prejudicar gravemente, nada melhor do que dizer: 

"Não fui eu que disse isto, foi Sócrates e que já foi executado."

O que poderiam fazer ao Platão? Nada, apenas escreveu umas coisas que outro, já julgado e executado, disse. 

Platão até poderia afirmar em público: "Atenção aos ouvidos mais sensíveis, vou-vos relatar pensamentos degradantes e que eu condeno com todas as forças que tenho. Ouvi-os de Sócrates e o meu consolo é saber que o facto pensador que avançou com tais aberrações, já foi julgado, condenado à morte e executado."


Quando o regime iraniano cair.

O Líder Supremo vai para Moscovo fazer companhia ao Al-Assad. 

Há quem diga mesmo que ainda vamos ver o Al-Assad e o Khamenei-filho, a fumar uns charutos com o Kennedy e a trocar umas bolas com o Maradona, num concerto ao vivo do Elvis. 


Como os americanos resolviam a coisa rápido e barato?

Cada militar americano recebe cerca de 5000USD/mês liquido e, em caso de fatalidade, a família recebe cerca de 600 mil USD mais uma pensão de 1600USD/mês para a viúva e filhos.

É por isto que as guerras americanas são muito caras.

Em alternativa, contratam ucranianos, uns 10000, e pagam em armas de longo alcance.

Os ucranianos são as "botas no terreno" que encurralam a guarda revolucionário e o Grande Satã, do ar, vai liquidando quem sai. 


E o petróleo?

Nós europeus demo-nos ao luxo de demolir centrais a carvão, encerrar centrais nucleares, e acreditar que estávamos no caminho certo ao comprar gás natural no Golfo Pérsico. Deitar fora equipamento que estava perfeitamente funcional pela fraqueza política de querer agradar a meia dúzia de Gretas.

O Carvão tem origem em locais seguros, a Austrália, e pode-se armazenar por anos apenas amontando-o. O gás natural e o petróleo não pode ser facilmente armazenado.

A invasão de 2022 deveria ter sido visto como um aviso mas, nós europeus, somos como o Seguro, meia dúzia de reuniões, uns consensos e uns grupos de trabalho e está tudo resolvido.

O problema é que, quando esta crise passar, nada irá acontecer na Europa.

O Trump não quer agradar a ninguém, faz apenas o que acha ser o melhor para a América.


Pura e simplesmente, metiam a Hungria fora.

Quando os 450 milhões da União Europeia não decide nada porque 9.5 milhões de húngaros bloqueiam as 'instituições', vemos que estamos condenados ao fracasso.


Que sorte, morreram todos os que estavam lá menos ele.


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