terça-feira, 5 de junho de 2018

As criancinhas não sabem nada, os anos dos professores e o Jesus

Uns testes às crianças do 5. ano dizem coisas terríveis. 
Primeiro, que não souberam responder que Portugal fica no Sudoeste da Europa.
Eu também não o sabia (pensava que ficávamos na parte ocidental da Europa).
Segundo, não souberam dar uma cambalhota.
Eu também tive que treinar muito. Já adulto, quando tinha que dar, no Kung Fu, cambalhotas (não levem isto para ...), toda a semana tinha que tomar comprimidos contra o enjoo.
Isto tudo é normal e aceitável, simplesmente, por causa da estatística!


Há 70 anos, quantos faziam a 4.ª classe?
Segundo a minha mãe, 3 ou 4 numa turma de 40 pelo que podemos apontar para uma percentagem de 10%. Apenas os mais inteligentes (ou que tinham melhor memória) conseguiam.
A título apenas ilustrativo, pegando na QI e assumindo que as criancinhas todos têm média de 100 pontos e desvio padrão de 15 pontos, se no passado o sucesso escolar na 4.a classe era de apenas 10% dos melhores, as criancinhas que chegavam ao 5.º ano eram mais inteligentes (QI médio 126 pontos) que as de agora.

A contagem do tempo para os professores.
O costa meteu no Orçamento de Estado que eu ia mudar de escalão.
Meteu, eu já pedi várias vezes a mudança de escalão que não me deram mas sou contra isso dos escalões.
Não existe qualquer lógica para, com o decorrer do tempo, haver um aumento do salário do funcionários públicos.
Em 2015, o Passos Coelho disse, defendeu e propôs que os escalões dos funcionários fossem repensados.
O António Costa, demagógico e populista, veio dizer enquanto estava na oposição que ia dar tudo a todos.
Agora diz que não pode dar.
Se fosse honesto, estava no tempo de dizer "afinal o Passos Coelho tinha razão, isto dos escalões é um monstro".
Tenho muita pena que os professores ou quem quer que seja (onde eu me incluo) não ganhem 500000€/mês, líquidos e pagos 14 meses no ano que o Jorge Jesus vai ganhar para a Arábia mas não é possível.
Só é possível no mundo da ilusão, demagogia e populismo em que os esquerdistas vivem.

Os professores ganham demais.
O salário está baixo quando há 100 lugares para preencher e só aparecem 20 trabalhadores.
Pelo contrário, o salário está elevado quando há 20 lugares para preencher e só aparecem 100 trabalhadores.
No caso da profissão de professor, há 10 lugares e aparecem 1000 pessoas, habilitadas, capazes e totalmente disponíveis.
Nas pessoas que ganham mais, adivinhem quem está incluido!
Naturalmente, eu.
No outro dia a minha mãe perguntou-me "Lá os do teu emprego, porque será que te pagam?"
- Por sou funcionário público - respondi.


Por falar no Jorge Jesus.
Quando existe um contrato de trabalho e a pessoa é despedida sem razão, são-lhes devidos os salários mas apenas até encontrar novo emprego e, depois dai, pela diferença entre o salário que ganhava e o que passou a ganhar.
Assim, como o Jorge Jesus encontrou um emprego a ganhar mais, nada lhe é devido pelo Sporting mesmo que o despeça sem justa causa.
Eu penso que ficava bem ao Jorge Jesus ajudar o Bruno de Carvalho até porque falhou em toda a medida. Deveria devolver qualquer coisinha, metade da diferença entre o que está a ganhar e o que vai ganhar.
Se, em termos líquidos, vai ganhar 9 milhões e ganhava 4 milhões no Sporting, dava 2,5 milhões para ajudar os coitadinhos (e são dedutível no IRS).

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