sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A força de uma arma está na mão quem a segura.

Vamos imaginar que o Seguro era o presidente dos USA.

Nesse mundo imaginário, um dia, a Rússia, a China ou a Coreia do Norte atacam os USA e a Europa com bombas nucleares.

Acham que o Seguro dará ordem para que as bombas nucleares americanas sejam disparadas contra esse ou esses países agressores?

Alguém acha mesmo que o Seguro vai abrir a mala preta e enviar os códigos para que os mísseis nucleares sejam disparados contra os seus destinos pré-determinados?

Não, ninguém acredita.

Acham que os que, o Macron e o Starmer darão ordem para que as bombas nucleares francesas e inglesas sejam disparadas contra esse ou esses países agressores?

Não, ninguém acredita.

Acham que os Alemães, Espanhóis ou Portugueses vão pedir ao Seguro, Macron e Starmer para usarem os mísseis para retaliar?

Não, ninguém acredita.

É esse o problema dos europeus e é por isso que toda a gente apoia o Seguro a presidente da república, o Costa foi lá para mandar na Europa, e o esquerdismo do "Já gastamos dinheiro de mais em defesa e não precisamos nada do Trump" tem 99% do tempo na comunicação social.

Em resposta aos bombardeamentos, íamos, europeus, enviar um baixo assinado, em letras capitais e a gordo para vincarmos a nossa repulsa e indignação:

"PROTESTAMOS COM AS PALAVRAS MAIS DURAS QUE EXISTEM ESSAS ACÇÕES CONTRA A HUMANIDADE E O DIREITO INTERNACIONAL E VAMOS PEDIR AO GUTERRES QUE AS CONDENE. 

SOMOS A FAVOR DA PAZ E CONTRA O GENOCÍDIO. 

EXIGIMOS QUE PARAREM IMEDIATAMENTE POIS, CASO CONTRÁRIO, VAMOS ENVIAR UMA FLUTILHA."

Na lista de assinaturas iríamos ver todos os que apoiam o Seguro à presidência da república, desde o CDS até ao BE.


O Zelensky tem toda a razão.

Os europeus, nós, falamos palavras bonitas, a Dinamarca diz que vai defender a Gronelândia, e a Europa diz que dá garantias de segurança à Ucrânia, mas somos uns bananas mas daquelas bananas muito maduras, já liquefeitas, somos geleia, não valemos nada.

Temos voz grossa, dizemos que vamos cortar com o Trump, mas é apenas um programa de rádio, temos voz de radialista, mas o conteúdo do discurso é um vácuo, é sempre "Vamos fazer, vamos actuar, vamos apoiar, vamos defender, vamos garantir" mas nunca dizemos "Fizemos, actuamos, apoiamos, defendemos, garantimos."

É sempre uma intenção mas que nunca se concretiza nada porque é preciso decidir e actuar e não o conseguimos fazer.

O Seguro é apenas mas um europeu típico, um burro no meio da ponte que nunca sabe para onde se virar. É outro Guterres. 


Alguém se lembra de Srebrenica?

Os europeus disseram que iam garantir a segurança dos bósnios que viviam na cidade.

Estavam lá 450 militares holandeses.

Os Sérvios chegaram e mataram todos os homens, 8000, e os holandeses não fizeram nada.

Tiveram que vir os Americanos resolver o problema com bombardeamentos aéreos da Sérvia pois os europeus nunca conseguiram decidir o que fazer.

Bombardeamentos que violaram o direito internacional.

8 mil homens executados em 2 dias.

Prendemos meia dúzia de pessoas e ficamos todos contentes.


Como pode a Dinamarca ou a Europa defender seja o que for sem orçamento?

Os esquerdistas que aparecem na comunicação social dizem que a Europa gasta muito dinheiro em defesa mas esquecem-se de dizer que esse dinheiro é quase todo gasto em salários dos soldados e que inclui as forças policiais como a nossa GNR que tem tudo menos capacidade de defesa.

Acham que os nossos soldados têm capacidade de combate nas trincheiras ucranianas?

Fugiam todos ou acontecia-lhes o que aconteceu aos soldados da Coreia do Norte e da Tchetchena, foram dizimados, não sobrou nem um para amostra.

E, mesmo assim, em percentagem do PIB, os Trump passou a despesa militar de 3.5% para 5% em 2026 enquanto que os europeus estão com pouco mais de 1% e "vamos aumentar para 5% em 2035"

Reparem bem, VAMOS AUMENTAR, nunca AUMENTAMOS


Eu vou votar no Ventura.

Se toda a gente anuncia apoio ao Banana Seguro, o homem deve ter muitos defeitos.

Isto nunca aconteceu, parece que estamos na Coreia do Norte, toda a gente apoia o Seguro, o que apenas traduz que já caímos numa ditadura.

E esta ditadura implantou-se como uma espécie de vírus que uniformizou a mente das pessoas.


A queixa do Montenegro traduz mesmo que estamos em ditadura.

E eu fui despedido, não por ter feito fosse o que fosse, chumbado alunos que sabiam, passado alunos que não sabiam por alguma razão escura, mas apenas por ter dito umas anedotas sendo que ninguém disse "ofendeu-me".
Se alguém conta uma anedota onde entra um alentejano, despede-se por xenofobia?
Se alguém conta uma anedota onde entra uma mulher, despede-se por misoginia?
Se alguém diz "é preciso estar com um olho no burro e outro no cigano" é despedido por racismo?
Isto é uma ditadura das mais violentas que existem.


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