segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Portugal precisa da estabilidade do Seguro para continuarmos a empobrecer

Ouvi uma frase importante num debate.

A Cavalieri disse que os europeus, nós, não podemos fazer frente ao Trump e um esquerdista qualquer, não me lembro quem, disse: Mas o Brasil bateu o pé ao Trump.

A Cavalieri deveria ter dito "Mas penso que os europeus não querem ser pobres como os brasileiros, viver em favelas e cada dia que saem de casa, despedirem-se dos familiares de forma calorosa porque não têm a certeza de que vão voltar vivos."


Os do PSD estão em negação como o Santos Silva.

Eu penso que o André Ventura vai ganhar porque todos se juntaram para levar o Seguro à segunda volta e vão ficar por ali.

Pode acontecer que a maioria das pessoas que votaram Cotrim ou Marques Mendes não vai votar mas não os estou a ver a votar no Seguro.

É que, no fundo, estão a dar ao Seguro o poder para fazer o que fez o Sampaio com a maioria absoluta do Santana Lopes, iniciar uma cruzada de desgaste e mandar o parlamento ao charco.

Não nos podemos esquecer que o Montenegro tem muitos problemas judiciais e qualquer anúncio pode ser usado para o mandar abaixo.

O Santos Silva, que dizem ser o padrinho do André Ventura, quem mandou o PS ao buraco, quem atirou o PS para o pior resultado de sempre (quem o diz é o Ascenço) teima que o povo tem de ser educado a votar em quem defende politicas esquerdistas mas o povo não aprende.

Os graúdos do PSD e IL, aqueles que facturam centenas de milhar por ano a facilitar negócios, que vivem em grandes casas e deslocam-se em carros de luxo, pensam que os votos do André Ventura são enganos, quem nenhum eleitor quer votar Ventura, são pessoas sob a influência do sono ou de drogas duras que chegam à assembleia de voto sem saberem onde estão e que, no pior dos pesadelos, votam André Ventura. São esses eleitores as mesmas pessoas que, no pesadelo, se atiram abaixo de precipícios e são raptados por extra-terrestres. 


Vou agora falar de estabilidade e empobrecimento.

O argumento agora é que o Seguro representa a sensaboria, a previsibilidade e a estabilidade. Digamos que é uma espécie de Guterres (criado no mesmo partido) que está sempre indignado mas que toda a gente sabe que não vai fazer nada. Parece que está sempre com o cuzinho apertado, sempre a correr com pequenos passos para não chegar a lado nenhum, como a gueixas que transformam um quarto pequenino num estádio com 100 passinhos de comprimento.

Tique-tique-tique-tique-tique-tique e, decorrida uma hora de marcha, ainda não saiu do sítio.


Se eu estou saudável, tenho um emprego bom e uma mulher bonita, rica e jeitosa, quero estabilidade. 

O problema é que o nosso querido país está cheio de problemas.

Vou apenas mostrar a evolução do nosso PIB per capita, e que traduz o nível de vida, relativamente ao dos USA. 

Fig. 1 - Evolução do PIBpc português a dividir pelo americano 1990:2024 (dados: Banco Mundial)


Nos inícios dos 1990's, o nosso nível de vida estava entre 39% e 40% do nível de vida dos americanos. Depois de 35 anos de "estabilidade e crescimento", caímos para 33% a 34%.

Se é isto que queremos, que continue a estabilidade.


O PSD perde sempre.

Vamos supor que o Seguro ganha. Digam o que disserem, e do PS.

Alguém pensa que se o presidente fosse o Seguro, haveria a dissolução da Assembleia da REpública quando o Costa saiu?

Não, entrava o Centeno que ainda hoje seria o primeiro-ministro para manter a "estabilidade".

"Habituem-se porque vai ser assim nos próximos 4 anos" teria de ser levado à letra.

E se o Ventura ganha?

O PSD arrisca-se a tornar-se um pequeno partido. 


Quero também falar da Gronelândia.

A Europa não consegue fazer face ao Trump.

Se o Trump disser "Vamos retirar os nossos militares, equipamentos e ogivas nucleares da Europa (sim, os USA têm ogivas nucleares na Alemanha), a Ucrânia cai imediatamente.

A Europa não tem capacidade para garantir a segurança dos países bálticos ou da Moldava e mais não tem de fazer do que aceitar a instalação de governos como o da Bielorrússia.


O que deve a Europa fazer?

Fazer um meio termo semelhante ao que se passa no 'Direito Marítimo'.

As povoações onde há mais de 100 pessoas, terão um território de 12 milhas a contar do limite da última casa.

Esse território (que não será contíguo) continuará a ser dinamarquês mas todo o resto passará para os USA.

Os USA garantirão liberdade de circulação das pessoas e bens entre esses territórios assim como a  eventual prática agrícola e pesca do nativos inuitas.

Os USA dão 100 mil euros por km2 transferido, em equipamento militar à Ucrânia.


Sobre o comentário "É mentira".

Vá à Faculdade de Economia e peça para falar com a Dr. Filipa Monteiro.

E pergunte-lhe directamente.

Peça também o contacto do Eng. Pinheiro ou do Sr. Francisco e pergunte-lhes.

Quem quer saber a verdade tem de investigar, não pode ficar por opiniões.

"Garantiram que os anjos lhes disseram que Jesus ressuscitou" (só acredita quem acredita que há anjos).

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