O assédio do Trump à Gronelândia.
Quando o Trump decide ajudar Israel ou atacar seja quem for no Médio-Oriente usa a Base das Lages para descolar os aviões de re-abastecimento porque os bombardeiros não têm autonomia para atravessar o Atlântico.
Nessa altura há sempre alguém esquerdista (que é a maior-parte da nossa comunicação social) que pergunta "O Trump pediu autorização? O governo tem de proibir o trânsito dessas aeronaves."
Ora, o Trump não precisa nem quer precisar de perguntar seja o que for quando está a defender os interesses ocidentais.
Naturalmente, se Portugal caísse para os esquerdalhos e proibisse o Trump de circular pelo espaço aéreo dos Açores, automaticamente, o Trump apropriava-se desse espaço aéreo. E só poderia ter o aplauso dos restantes países ocidentais.
Agora a Gronelândia.
O Trump gasta muito dinheiro na Gronelândia e quer gastar ainda mais por causa do "Escudo" com que quer proteger a América do Norte da Rússia (porque está a pensar que, no caso de conflito com a China, a Rússia se vai aliar à China).
Além de gastar muito dinheiro, há o problema das TErras Raras que, neste momento, a China tem o monopólio.
Vejamos bem.
O Ocidente está vulnerável relativamente às terras raras chineses, ainda agora, o Japão está a sofrer um embargo por parte da China porque disse que "em caso de invasão por parte da China, o Japão vai ajudar Taiwan".
Já ameaçaram o Trump e os países europeus.
Os 56000 habitantes da Gronelândia são contra a exploração mineira no território.
Acham que se na Gronelândia houver reservas de terras raras capazes de quebrar o monopólio chinês e, desta forma, 'salvarem os ocidentais' que alguém vai ouvir o que têm para dizer os 56000 habitantes locais?
Se os USA têm 2 300 000 de presos a quem não perguntam nada, passarão a ter 2 356 000.
Como vai ser a ocupação americana da Gronelândia.
Vão fazer como se fosse deles.
Passa a haver voos para os aeroportos americanos que já existem na ilha sem supervisão de passaportes por parte da Gronelândia.
Depois, começam a concessionar zonas para exploração mineira, pesquisa de petróleo ou construção de bases navais ou terrestres sem perguntar nada a ninguém.
Também vai chamar governador ao que hoje é o primeiro ministro e serão atribuídos dois lugares no senado e um voto para o colégio eleitoral do presidente americano.
A UE vai dizer qualquer coisa e o Trump vai responder "Estou a fazer o melhor no interesse da América e também da Europa".
Haverá manifestações dos esquerdistas e nada mais.
Presidente dos USA, da Venezuela, da Gronelândia, de Gaza, do Irão e de Yakut.
O território será americano mas a população pode ser o que quiser (como as reservas índias) e até podem ter governo próprio eleitos pelos locais (como acontecia nos filmes do Farwest).
São livres de fazer o que quiserem, se não gostam, votam nos Democratas.
Mas o Trump não vai mais pedir autorização para o que quer que seja que queira fazer. Quer sobrevoar o território, sobrevoa. Quer explorar reservas minerais, explora. Quer lá meter mísseis nucleares, mete.
E os europeus que reclamem para o Direito Internacional.
O Trump já falou de Yakut.
Todo o território oriental-Norte da Rússia é quase despovoado, são 5 Angolas povoadas por um milhão de pessoas. Mas, pior para a Rússia do que isso, é que é habitado por povos indígenas Yakuts que são esquimós com uma língua da família do Turco, o Mongol e o Coreano (que veio com o Gengis Kan) e que foram ocupados no Séc. XIX por Pedro-o-Grande.
Digamos que é uma colónia formada no tempo em a França e Portugal criaram as colónias africanas e que já são todas independentes. Sei que haverá quem diga que estou enganado, que as colónias portuguesas já existiam desde 1492 mas não é verdade. Até meados do Séc. XIX apenas havia pequenos interpostos comerciais pontuais. E mesmo que o fosse, só reforçaria que o direito da Rússia a Yakut é muito fraquinho.
A única solução que sobra é derrotar o Putin e promover a 'independência' dos povos indígenas colonizados pela Rússia.
Fazer aos territórios orientais russos o que a URSS fez aos territórios que eram colónias europeias: reconhecer-lhes o direito à auto-determinação e meter lá governos pró-USA.
O assédio do Cotrin.
Há homens (e eu tenho repúdio total por esses homens) que, em situação de conflito com as mulheres, atacam com insultos sexuais.
Por exemplo, eu dou apoio a um doente esquizofrénico sem retaguarda familiar e que vive numa pensão a 50 m de minha casa. Lavo-lhe a roupa e dou-lhe "sessões de terapia".
A mente dele é de tal forma que acha que toda a gente lhe chama "paneleiro" ou, mesmo quando não chama, canta a música Olarilolé do Mafama ou Larilolé da Tonicha.
Quando isso lhe acontece, passa para o insulto sexual contra as mulheres.
A "sorte dele" é que na maior-parte das vezes está sozinho (as pessoas que o insultam estão apenas na sua cabeça) ou as pessoas já sabem que são delírios devido à esquizofrenia.
Em contextos laborais, acontece isso mesmo.
Quando uma mulher é forte e diz a sua opinião discordante, esses homens que não merecem a designação de homens passam para "O que a senhora precisa é de peso" e coisas muito piores como "Eu calava-a com uma comprida e grossa".
Claro que estas frases são para ofender e criar medo nas mulheres mas não são verdadeiramente assédio sexual, são antes tentativas de manipulação por alteração de humor.
O Cotrin, mesmo com aquele cabelinho todo colado e a armar ao jovem quando já tem 65 anos não estava a pensar "saltar à espinha" à senhora que, por acaso, é de grande beleza. É que "já nem levanta o mastro com Viagra" mas mantém esse discursos ofensivo de pseudo macho latino, fazendo voz grossa quando não tem argumentos válidos.
Reparem bem, as frases como "Já não levanta o mastro nem com Viagra" ou "Precisa de meio Viagra para não mijar nos sapatos" são o ataque reverso, com o qual as mulheres atacam (se defendem) os homens.
Há homens que se sentem muito ofendidos e outros não ligam.
Também dizer a uma mulher "Fala muito mas eu tapava-lhe a boca com o que cá sei" ofende e nunca deve ser dito mas há mulheres que não se sentem ameaçadas, respondendo, "Meta cá o morcão murcho e vai ver o que são dentes afiados, vai passar a mijar sentado, um coitado que fala muito mas nem a lavoura de casa consegue fazer."
O Cotrin não presta por outras razões.
Naturalmente, se passassem à segunda volta das presidenciais o André Ventura e a Catarina Martins, os Liberais votariam no André Ventura.
Por isso, não achei nada estranho que o Cotrin dissesse que era capaz de votar no Ventura.
O que me faz pensar que não presta é que, vendo um burburinho na comunicação social veio logo desdizer-se "Arrependo-me, nunca o deveria ter dito, não sei o que me aconteceu para ter dito isso."
Devia assumir o que disse não é dizer que teve um lapso esquizoide.
Também não presta por pedir ao PSD que o apoie em desfavor do Marques Mendes para não passar o Seguro à segunda volta porque tal será muito mau para o país.
Então, se diz que a candidatura do Marques Mendes tem méritos, porque não desiste ele em favor do Marques Mendes?
O Marques Mendes é mais velho e, por isso, deve-lhe respeito.
As guerras são por isso mesmo.
Quando o Trump disse "Agora sou eu quem manda na Venezuela senão as consequências serão terríveis", o poder órfão acreditou e começou logo uma política de desanuviamento.
Quando o Putin disse "Rendam-se ou será mau para a Ucrânia já que vou matar muitos ucranianos" o Zelensky respondeu "Deixa-te dessas merdas ou será mau para a Rússia já que vou matar muitos russos".
Fig. 2 - Se o Trump cumprir o que diz, os Ai-as-tolas vão-se juntar ao Al-Assad no Céu-dos-Passarinhos.
quarta-feira, janeiro 14, 2026



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