O governo esquerdista, populista vendeu a ideia que é maravilho subir o salário mínimo.
A lógica esquerdista é que, se os salários forem maiores, os trabalhadores passam a consumir e investir mais (i.e., a procura agregada aumenta) o que desenvolve a economia e diminuiu o desemprego.
Esta lógica está completamente errada porque concentra-se apenas nos salários, omitindo o e feito dos aumento dos salários na remuneração do capital e da propriedade intelectual (os lucros, rendas, depreciação, amortização e royalties) que também são consumo e investimento).
Imaginemos que o PIB são 100€/ano que se distribuem em 70€/ano de salários e 30€/ano de lucros, rendas e royalties, os esquerdistas conseguiram vender a ideia ao Zé Povinho que, se aumentarmos os salários para 80€/ano, como os lucros se mantém, o PIB aumenta para 110€/ano.
Se assim fosse, não haveria pobres! Por redução ao absurdo, bastaria aumentar os salários para que a pobreza moçambicana acabasse.
Vejamos como evoluiu o salário mínimo nacional.
Em 2007, no ano anterior à Crise do Sub-prime, o salário mínimo português era 33,9% do PIB per capita nominal.
Depois, o Eng. Sócrates meteu na cabeça que a melhor forma de combater a crise seria aumentar o SMN e este foi aumentando até atingir 40,7% no momento da bancarrota (em 2011), 1,7 pp por ano.
O Dr. Passos Coelho ainda conseguiu manter a coisa firme nos 40,7% mas, vindo o Costa e a matilha de esquerdista, retomamos o retórica bacoca do Sócrates: subir o SMN estando hoje em 45,6% do PIB e com a promessa de que vai aumentar ainda mais.
Estar o SMN a subir em termos de percentagem do PIB pc corrente traduz que está a aumentar acima da inflação e dos ganhos de produtividade.
Vejamos o verdadeiro impacto do SMN na economia.
A economia é um sistema dinâmico em que as decisões dos agentes económicos (sejam trabalhadores, consumidores ou investidores) se ajustam em resposta à alteração dos preços.
Base = A empresa produz 100 unidades que vende a 1€/unidade. Os custos são 50€ na aquisição de bens e serviços intermédios, 35€ em salários e 15€ em rendas, juros e lucros (para remunerar o capital do empreendedor).
Cenário 1 = Os salários aumentam para 40€ em economia fechada. Em termos imediatos, este aumento nos custos vai diminuir a remuneração do capital. Em termos de ajustamento, o preço de venda vai aumentar (o que faz diminuir as vendas e aumenta o custo dos bens e serviços intermédios porque também incorporam trabalho) e a remuneração do capital vai diminuir (o que faz diminuir o investimento).
Cenário 2 = Os salários aumentam para 40€ em economia aberta. Agora, o aumento do preço torna mais difícil exportar e aumenta a concorrência por parte de produtos importados. O impacto do aumento do SMN será maior do que em economia fechada.
O problema é que os governantes são inimputáveis.
Os esquerdistas mandaram, em 2011, o país à bancarrota e conseguiu convencer o povinho que a culpa da crise criada pelo Sócrates era do Passos Coelho.
Agora, a crise não tem culpados, ela mesmo, a crise, a culpada por vivermos em crise.
Isto é extraordinário, a capacidade de propaganda dos esquerdistas.
Fazem uma autópsia onde concluem, sem pudor e o Zé Povinho (onde se inclui o rui banana rio) a aplaudir, que a causa da morte foi morte!
Vamos outra vez à bancarrota com buraco sem fundo na TAP, REFER, e demais loucuras do esquerdista Pedro Nuno e no fim, vai ser como o Otelo, coitadinho, foi um herói que merecia 3 dias de luto porque só matou 18. A COVID-19 já matou 20000 e ainda não a meteram na cadeia.
O Otelo só matou 18 porque não conseguiu matar mais. Por cabeça dele, matava pelo menos tantos como os 10000 fuzilados pelos democratas cubanos.
É que o povo, a principio, não compreende como a "democracia popular" é boa para ele, tem que se educar à força da marretada.
Isto vem a propósito da natalidade.
As mulheres não querem ter filhos. Em tempos, os esquerdistas venderam com latidos estridentes, que culpa era do Passos Coelho e das suas políticas neoliberais. O Costa malhou nisto sem dó nem piedade, anos a fio.
Entraram para lá os esquerdistas que, alegadamente, repuseram todos os direitos mas a natalidade continuou a descer. Mas agora, a natalidade que ainda é mais baixa que no mandato do Passos Coelho , caiu por culpa é da crise!
No tempo do Passos Coelho, a natalidade diminuiu por culpa das políticas erradas do governo, agora diminui porque as mulheres têm menos filhos.
É a verdade de Lapalice: o praça está morto porque morreu.
O Afeganistão vai cair por causa do governo ser controlado por um rui banana rio.
O governo não faz nada, estão todos à espera que os talibans entrem em Cabul e que matem toda a gente.
Em 1948 todo indicava que Israel ia ser derrotado pelos árabes. Mas o Moshe Dayan (o da pala no olho) como militar e o David Ben-Gurion como político pegaram nas rédeas da coisa, mandaram vir pessoas habituadas a matar e deram a volta ao tabuleiro.
Um guerra só se ganha matando e os Talibans só serão derrotados se o governo se convencer que tem que os matar.
Eu a mandar, contratava militares curdos, dirigidos por Israelitas e avançava, com o apoio aéreo dos USA, à força toda, como o Otelo queria!
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